quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019
sexta-feira, 12 de maio de 2017
domingo, 30 de abril de 2017
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
Algumas observações sobre o microchip OU
BIOCHIP SER A MARCA DA BESTA.
Depois de um grande período de ausência volto a fazer um post, espero que seja proveitoso a você leitor.
faço essas
observações para que os irmãos e irmãs em Cristo partilhem comigo algumas observações
que fiz enquanto lia determinado post SOBRE O BIOCHIP (o qual é reproduzido aqui na íntegra). Farei as observações em caixa alta
(maiúscula) e em negrito, apenas para
diferenciar do texto do post recebido. outra questão que gostaria de salientar, é que este post comenta apenas as informações recebidas e não se debruça na questão da marca da besta, que pretendo abordar no futuro, se assim deus permitir.
O pastor Silas Malafaia vai usar seu programa de TV para
orientar os evangélicos e católicos sobre a periculosidade da nova
identificação via chip. Segundo o pastor esse é o primeiro passo para a ação do
anti-cristo na terra.
1- QUANDO VAI SER ISSO? HOJE PROCUREI
INFORMAÇÃO NA WEB E NÃO ENCONTREI NADA até
mesmo no site oficial do Silas http://www.vitoriaemcristo.org/_gutenweb/_site/gw-busca/
2- outra
questão é que desde o ínicio do ano recebi diversas mensagens iguais a essa,
PORTANTO PARECE QUE ESSAS MENSAGENS APENAS SE REPLICAM DE GRUPO EM GRUPO, MAS
NÃO RECEBI NENHUMA INDIVIDUAL. PERGUNTO-ME PORQUÊ?
3- A
BÍBLIA FALA EM operação do erro e que o mesmo já está em atividade:
7 Com
efeito, o mistério da iniquidade já opera e aguarda somente que seja afastado
aquele que agora o detém; 8 então, será, de fato, revelado o iníquo, a
quem o Senhor Jesus matará com o sopro de sua boca e o destruirá pela
manifestação de sua vinda. 9 Ora, o aparecimento do iníquo é segundo a
eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais, e prodígios da mentira, 10 e com todo engano de
injustiça aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem
salvos. 11 É
por este motivo, pois, que Deus lhes manda a operação do erro, para darem
crédito à mentira, (2 Ts 2.7-11)
PORTANDO
O PRIMEIRO PASSO JÁ FOI DADO!!!
4- NA
PRIMEIRA FRASE ESTÁ ESCRITO “vai usar” NO FINAL DIZ “Segundo o pastor esse é o
primeiro passo para a ação do anti-cristo na terra.” OU SEJA A PESSOA QUE
ESCREVE JÁ SABE O QUE O Pr. SILAS VAI DIZER. COMO?????
“Cuidado com o PT.
Primeiro engana dizendo que é somente no cartão e depois a obrigação da
implantação na pele e quem não perceber que está entrando numa estrada sem
volta vai ser enganado com uma ordem de governo mundial previsto na bíblia. Bem
aventurado quem resistir a isso e minha obrigação é orientar o povo. Sempre
falei que quem votou no PT estava sendo usado pelo Diabo para que essas coisas
acontecessem” disse Malafaia.
5 A PERGUNTA FICA NO AR COMO A PESSOA
QUE ESCREVEU SABE O QUE O PASTOR VAI DIZER, ELA PARTICIPOU DA PRODUÇÃO DO PROGRAMA,
QUAL O LINK, A DATA E A DESCRIÇÃO DISSO? SE O PROGRAMA VAI AO AR COMO PODE
AFIRMA “disse Malafaia.” QUANTOS CRISTÃOS FIÉIS VOTARAM NO PT POR DIVERSAS RAZÕES, UMA DELAS É UMA FALTA DE BOAS ALTERNATIVAS PARA O VOTO, O AUTOR DIZ QUE "Sempre falei que quem votou no PT estava sendo usado pelo Diabo para que essas coisas acontecessem" E ATRIBUI TAL AFIRMAÇÃO A MALAFAIA.
Vamos divulgar para que todos assistem.
6 ASSISTIR ONDE E QUANDO?
ENTENDA O CASO
A principio seria apenas um cartão com chip não obrigatório
até que a ONU apresentou a presidente Dilma o novo chip de identificação
mundial que será trocado pelos atuais CPF´s e RG´s. O documento unifica todos
os seus dados incluindo nome, sexo, cidade, CPF, características físicas,
assinatura e ainda tem a sua foto.
7 QUANDO, ONDE E QUAL FOI O AGENTE DA
ONU QUE FEZ A APRESENTAÇÃO?
8 O CARTÃO DE CRÉDITO JÁ CUMPRE A FUNÇÃO
IDENTIFICAR A PESSOA TENDO INFORMAÇÕES QUE O ALEGADO CHIP TERIA, ALÉM DA
QUESTÃO DA IDENTIFICAÇÃO BIOMÉTRICA, BASTA VOCÊ POR O DEDO E TODOS OS SEUS DADOS
SÃO VALIDADOS PELO SISTEMA, PORTANTO O CHIP É TOTALMENTE DESNECESSÁRIO SE O FIM
DELE É SOMENTE O EXPOSTO ACIMA.
O chip consegue identificar o local que você frequenta,
marca horário de entrada e saída tudo controlado pelo governo federal. Com isso
a ONU pretende inibir assaltos, roubos e trazer paz e segurança ao povo
mundial.
9 O CELULAR CUMPRE ESSE PAPEL! NÃO É À TOA QUE
PARA CADA UM DE NÓS PODERMOS USAR O APARELHO TEM QUE CADASTRAR, COM O CPF, OS
APPS QUE BAIXAMOS DAR O DIREITO AS EMPRESAS E CONSEQUENTEMENTE AO GOVERNO
ACESSAR NOSSA LOCALIZAÇÃO E MUITAS VEZES A NOSSA LISTA DE CONTATOS, SE ALGUÉM
COM RAZOÁVEL CONHECIMENTO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO PODE DESCOBRIR EXATAMENTE
ONDE VOCÊ ESTAR AGORA.
A proposta de identificação não precisa ser aprovada pelo
congresso nacional, pois se trata de um mecanismo de identificação controlado
pelo governo federal.
10 BASEADO EM QUE LEI ESSA AFIRMATIVA? É UMA
APOSTA NA IGNORÂNCIA DO POVO! SE QUALQUER MEDIDA AFETA A VIDA DO CIDADÃO ELA
PRECISA NÃO SOMENTE DA APROVAÇÃO DO CONGRESSO (FORMADO PELOS SENADORES) E PELA
CÂMARA DOS DEPUTADOS.
Essa semana Dilma assinou as condições testes da ONU e
deverá convocar alguns brasileiros para testarem o mecanismo e sua implantação
na palma da mão. Se aprovado dentro de um ano começa a ser criado o programa da
implantação.
11 ESTA SEMANA! QUANTO TEMPO LEVA PARA SE
FAZER UMA ASSINATURA? QUAL DATA, MÊS E ANO EM QUE FOI ASSINADO
O programa foi aceito por toda liderança petista.
12 ATÉ PELO SENADOR WALTER PINHEIRO, MAGNO MALTA E OUTROS? QUE SÃO DECLARADAMENTE CRISTÃOS E CONSCIENTES DAS SUAS AÇÕES! ACREDITO QUE UMA ARFIMAÇÃO
COMO ESSA, É JOGAR O BEBÊ JUNTO COM A ÁGUA EM QUE O MESMO FOI BANHADO, FORA.
Está a acontecendo!!! 666 = A marca da Besta!
13 UM CONHECIMENTO DE CRÍTICA TEXTUAL
DEMONSTRA QUE O NÚMERO 666 NÃO É TÃO ESPECIFICO ASSIM. O MESMO PODE DAR MARGEM
A MUITAS INTERPRETAÇÕES.
O Presidente Barack
Obama nos EUA numa reunião com o Senado aprovou o Projeto de
lei de Saúde. A implementação já começou, a lei exige que todos os Americanos
sejam implantados com uma identificação por Rádio Frequência (RFID) chip para
acessar cuidados médicos. O dispositivo será implantado na testa ou na costa da
mão. Este é o cumprimento da profecia do Livro de Apocalipse (13:15-18) sobre a
marca da BESTA! Você ainda está duvidando do FIM DOS TEMPOS?
14 É UMA ABERRAÇÃO COMPARAR O CHIP OU
QUALQUER OUTRA COISA, BASEADOS EM ARGUMENTOS TÃO FRÁGEIS, COM A MARCA DA BESTA!
PREPARE-SE! O arrebatamento está próximo! Me respondam
vocês:
15 PURA VERDADE, MAS ALARMISMO NÃO É O
CAMINHO PARA A PREPARAÇÃO, EM HORA NENHUMA A PALAVRA SANTIFICAÇÃO E SEUS
CORRELATOS É MENCIONADA, PORÉM A BÍBLIA DIZ QUE DEVEMOS SER SANTOS, PARA QUE
POSSAMOS VER A DEUS.
1-Porque é que o chip vai ser implantado exatamente onde a
Bíblia diz que seria? .
2-Porquê na mão e na testa?
3-Porquê não em outro lugar? .
4-Porquê que é está conectado a sua conta bancária?
16 QUAL A FONTE DESSAS INFORMAÇÕES? A IDEIA
DO BIOCHIP É QUE ELE PODE SER IMPLANTADO EM QUALQUER LUGAR! NO PROGRAMA, MAIS
VOCÊ, UM ESPECIALISTA EXPLICA ISSO! https://www.youtube.com/watch?v=afUbY7QngCU
Lembre-se: a Bíblia diz que você não será capaz de comprar
ou vender sem a marca. E adivinhem! O chip é conectado aos seus detalhes
financeiros. Se Jesus vem agora? Muitos não têm consciência que o fim está
próximo. Não me diga que isto é um avanço da tecnologia ou desenvolvimento...!!!
Se achas que a sua vida está em sintonia com a palavra de Deus arrependa-se e
seja convertido. Se você perder o Céu, nunca perderá o inferno. Pense nisso
seriamente por favor!!! O inferno não é um lugar bonito, e pior, é para a
eternidade... Por favor em vez de passar a mandar para os outros mensagens sem
sentido, envie para todos que você conhece. Faça o trabalho de um evangelista.
Por favor partilhe esta MENSAGEM COM Todos os seus conhecidos, amigos,
familiares, etc.
17 SE VOCÊ MOVIMENTA UMA CONTA BANCÁRIA JÁ
SE CADASTROU EM SISTEMA DE BIOMETRIA OU PROVAVELMENTE JÁ FOI CONVIDADO A FAZER
ESSE CADASTRO. E AÍ?
Você já se perguntou o que teria acontecido se nós
tratássemos a Escritura sagrada do jeito que tratamos o nosso telefone? E nós
realmente não poderíamos viver sem Ela.
18 A PERGUNTA É VÁLIDA NA SUA PREMISSA,
PORÉM O ARGUMENTO QUE SEGUE É MANIPULADOR
Apenas 7% vai re-enviar esta mensagem.
Não seja um dos 93%, que não vai reenviar esta mensagem.
Satanás disse: "Eu me pergunto como os seres humanos dizem que amam a Deus
e desobedecem.”
19 O AUTOR DO POST ELEVA O MESMO A CONDIÇÃO DE
SAGRADA ESCRITURAS SEM NEM AO MENOS FAZER UMA INTERPRETAÇÃO RESPONSÁVEL DO
TEXTO.
20 A SUGESTÃO DO POST É QUE O REENVIO DA
MENSAGEM É UM MANDAMENTO DIVINO.
CONCLUSÃO
O POST ANALISADO NÃO PASSA
DE ALARMISMO INCONSEQUENTE, QUE VISA CAUSAR CONFUSÃO, NÃO TEM BASE BÍBLICA NEM
RESPONSABILIDADE, NÃO INFORMA, MAS ANTES LEVANTA UMA SÉRIE DE ELEMENTOS DE
TEORIA DA CONSPIRAÇÃO, FAZENDO ILAÇÕES GENÉRICAS QUE NÃO MERECEM NENHUM CRÉDITO.
ACREDITO QUE O ARREBATAMENTO DA IGREJA ESTÁ, PRÓXIMO, PORÉM COM RELAÇÃO A MARCA
DA BESTA SÓ SERÁ UTILIZADA PARA QUEM NÃO FOR ARREBATADO, OU SEJA EU PRECISO ME
PREOCUPAR EM SER ARREBATADO COM A IGREJA E NÃO COM A MARCA DA BESTA, A MENOS
QUE EU FIQUE NA TERRA APÓS O ARREBATAMENTO, NA GRANDE TRIBULAÇÃO.
O LIVRO DE APOCALIPSE
CONTA-NOS A VISÃO DE JOÃO SOBRE O FIM DOS TEMPOS ATÉ O CAPÍTULO 3 ELE FALA
SOBRE AS IGREJAS NA ÁSIA MENOR, OS CAPÍTULO 4 E 5 FALA DA VISÃO NOS CÉUS, AS
BODAS DO CORDEIRO, A PARTIR DO SEXTO CAPÍTULO FALA SOBRE OS JUÍZOS DE DEUS E É
NESTE CONTEXTO QUE ESTÁ INSERIDO A QUESTÃO DA MARCA DA BESTA DESCRITA NO
CAPÍTULO TREZE. NÃO DIZ RESPEITO A NOSSA ERA A MENOS QUE FIQUEMOS!
ELIVAN MESSIAS DOS
SANTOS, CAMAÇARI-BA, 16/11/15. 22:42 (fim)
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
Gramática de Hebraico Bíblico
Gramática Hebraico Bíblico Page Kelley
Créditos: Marcelo
O ponto forte desta Gramática são os exercícios, baseados em textos bíblicos, com as referências bíblicas citadas. Cada lição inclui os exercícios diretamente relacionados com o tema; exercitados são também os conhecimentos adquiridos em lições anteriores. Cada lição inclui uma lista de vocábulos. O conteúdo é apresentado em linguagem simples e acessível e seguidamente inclui definições de termos gramaticais da nossa língua, ajudando, assim, a criar pontes. Esta Gramática também pode ser usada por autodidatas, pois trabalhando bem o conteúdo das lições, estudando os exemplos e consultando as referências bíblicas, pode-se fazer os exercícios e, depois, submeter os mesmos à correção. Esta é uma gramática introdutória: apenas toca em questões sintáticas e não aborda questões da poesia hebraica. Mas trata de maneira clara e bastante completa as noções básicas da língua hebraica, dando boas ferramentas para ler e traduzir boa parte da Bíblia Hebraica.
DICIONÁRIO_BIBLICO_STRONG_HEBRAICO
Tradução para o português da famosa obra de James Strong, The Exaustive Concordance of the Bible. Permite identificar e pesquisar as palavras hebraicas e gregas no texto original, consultando as explicações gramaticais e exegéticas elaboradas por James Strong para cada uma das palavras originais da Bíblia, possui campos de pesquisa próprios, verbetes em hebraico, aramaico e grego com explicação em português e interação com a RA com números de Strong.
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
Bibliografia Hebraico
s
Neste vídeo apresento alguns livros para o aprendizado e uso do hebraico bíblico.
Neste vídeo apresento alguns livros para o aprendizado e uso do hebraico bíblico.
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Bíblia Online 3.0
Em português a mais completa Bíblia digital, totalmente
reformulada, a Bíblia
Online 3.0 - Módulo Avançado está agora com mais recursos
e atrações.
em sua nova versão 70 traduções da Bíblia Sagrada ou do Novo
Testamento, em 30 idiomas diferentes, incluindo os textos originais em
hebraico, aramaico e grego Bíblia Online 3.0 –
Módulo Avançado Entre os recursos disponíveis, destaque para:
Hinário
com letras e músicas, em formato MIDI, de 80 hinos famosos,
além de 33 hinos em
formato karaokê;
Mais
de 600 mil referências bíblicas, cobrindo praticamente todos os
versículos da
Bíblia; Dicionário da Bíblia de Almeida, com cinco mil verbetes;
Léxico
de Strong, que permite estudar o termo original que está por trás
de cada
palavra traduzida em português ou qualquer outra língua;
Mapas
em português e inglês, materiais devocionais; e histórias
bíblicas infantis em
multimídia; Trechos da Bíblia em áudio drama;
Artigos
sobre a tradução da Bíblia, com fac-símiles da tradução original de
João
Ferreira de Almeida, sua biografia e curiosidades sobre a Bíblia. Traduções
da
Bíblia disponíveis em português:
Versões
de João Ferreira de Almeida, Revista e Atualizada, Revista e Corrigida e
Revista e Corrigida de 1995;
A
Nova Tradução na Linguagem de Hoje;
Tradução
Brasileira, a primeira tradução (1917) da Bíblia feita no Brasil.
Recursos:
Janelas
flutuantes, que facilitam a visualização instantânea dos recursos de
estudo;
Função
Localizar, que permite buscar uma frase ou palavra em toda a
Bíblia ou em
qualquer livro específico, em uma ou mais das traduções e dos
materiais de
estudo disponíveis no CD-ROM.
Tamanho: 693.32 MB | Formato: ISO | Idioma: Português - br
Clique aqui para baixar: Biblia On-Line 3.0
Vídeo Tutorial:
http://www.youtube.com/watch?v=k86xff5j1sM
Obs: encontrei alguns links na net e estou apenas compartilhando aqui, os créditos são
daqueles que produziram, digitalizaram, postaram e compartilharam. orem por esses.
Livro Noções do Hebraico

Este é um livro que pode ser usado tanto por quem já estuda hebraico e quer fixar mais a matéria como por pessoas que querem começar o seu aprendizado da língua ou que já o fizeram em algum momento no passado e estão querendo relembrar.
O hebraico é uma língua simples, tão simples que em apenas algumas lições básicas se é capaz de ler, entender e, com o auxílio de um dicionário, traduzir a Bíblia. Este livro chega para lhe alfabetizar e oferecer noções elementares de gramática e verbo.
LIvro
Obs: encontrei alguns links na net e estou apenas compartilhando aqui, os créditos são daqueles que produziram, digitalizaram, postaram e compartilharam. orem por esses.
Obs: encontrei alguns links na net e estou apenas compartilhando aqui, os créditos são daqueles que produziram, digitalizaram, postaram e compartilharam. orem por esses.
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Os Mapas do êxodo
Nossa perspectiva é influenciada em grande
parte pela nossa interpretação ou aceitação da localização do Monte Sinai, se
aceitarmos a representação feita nos mapas atuais em nossas bíblias teremos
dificuldades para explicar algumas das seguintes questões[1]
ð
Quando Moisés fugiu de
Faraó ele parou em Midiã (Êxodo 2.15). Midiã fica do lado leste do golfo de
Aqaba, a 'orelha de coelho' a leste do mar Vermelho, na Arábia Saudita dos
nossos dias. Midiã nunca fez parte da península entre os dois golfos
ð
Ao situar o Horebe na
península do Sinai temos que explicar como Moisés foi tão longe (cerca de
duzentos quilômetros) pastoreando ovelhas num região desértica.[2]
ð
Foi em "Horebe, o
monte de Deus" que Moisés viu a 'sarça ardente' (Êxodo 3.1), e no verso 12
Deus disse a ele: "Quando houveres tirado este povo do Egito, servireis a
Deus neste monte".
ð
O monte Horebe sempre se
situou em Midiã. Prosseguindo com a comissão que está dando a Moisés, Deus
especifica "caminho de três dias para o deserto" (verso 18). Segundo
Êxodo 4.27 Arão encontrou Moisés "no monte de Deus" (Horebe, em
Midiã), e foram juntos ao Egito.
ð
Quando o povo deixou o
Egito, Deus o conduziu numa marcha forçada; observar o "para que
caminhasse de dia e de noite" (Êxodo 13.21). Com três dias de marcha
forçada (Êxodo 3.18) estariam perto de Ezion -Geber (o Eilat de hoje), e com
mais dois dias estariam bem dentro de Midiã. Mas aí Deus mandou que
"voltassem” e “acampassem” à beira-mar, defronte de “Baal-Zefom"
(Êxodo 14.2). Para fazerem isso tinham de deixar a rota estabelecida entre
Egito e Arábia e caminhar ao sul, deserto adentro; e foi exatamente esse
procedimento que levou Faraó a concluir que estavam confusos e perdidos
(obviamente ele teria espiões seguindo a multidão, muito bem montados, para o
manterem informado). Teria sido simplesmente impossível que eles se perdessem
entre Gósen e o golfo de Suez (o braço oeste do mar Vermelho), mas é o que são
obrigados a alegar os que colocam o monte Sinai na península que ora leva seu
nome uma estupidez patente
ð
É considerar que faraó e
seus generais eram estúpidos ou Deus estaria enganado, pois se a travessia foi
pelo canal de Suez os israelitas estavam dentro do território que no decorrer
das décadas e dos séculos os israelitas teriam explorado e caçado por toda
aquela área, e seria bem conhecida por eles, ou seja teríamos de admitir que
esle se perderam em de casa.
ð
Para que os carros de
guerra? Faraó poderia tê-los cercado com soldados a pé, e ainda cerca-los de
frente apenas (veja no mapa). Nos
mapas pela escala dos mesmos o mar da travessia dar cerca de, 27 km ou seja,
com um dia de caminhada se iria dum extremo a outro. Então para que abrir um
mar se conseguiria chegar ao mesmo local num período igual sem milagre.
ð
Não existe certeza sobre as
localizações descritas no livro de êxodo, apenas conjectura, baseadas em
inferências, as quais podem ser encaixadas em diversas explicações sobre a rota do êxodo.
o
A palavra Sucote é uma
palavra hebraica que significa cabana, existem localidades chamadas de Sucote Êxodo
12.37, 13.20 geralmente este locais também é identificado em Canaã, Js 13.27 Juízes capitulo
oito contem diversas referencias a Sucote.
o
Também a palavra Migdol é
hebraica e significa torre, o mar de Êxodo 14.2 pode referir-se a qualquer um
então, Pi-Hairote depende também da localização de Migdol que é genérica e de
um mar que também é genérico, sendo assim o mar é qualquer um, inclusive Ácaba.
ð
Alguns mapas identificam o
Monte Sinai acompanhado de uma interrogação, ou a frase “localização
tradicional”[3]
ð
ð
Além do já exposto como
vamos considerar a declaração de Paulo em Gálatas 4.25 diz que o monte Sinai fica
na Arábia. Embora não saibamos a exata definição que Paulo daria a 'Arábia', o
que consta em praticamente todos os mapas como sendo o monte Sinai, na
península do mesmo nome, não deve ser o verdadeiro. Senão, temos que considerar
que Paulo era ignorante quanto o assunto ou estava enganado, e o restante da
argumentação de Paulo então é tão invalida quanto a ideia dele da localização
do Sinai você não acha?
Existe ainda a questão da palavra utilizada para Mar Vermelho. que é Yam Suph que traduzida ao pé da letra seria Mar de Juncos, baseado nessa tradução alguns estudiosos dizem que a travessia foi num lago ou pântano entre o Suez e o Mar Mediterrâneo, além dos argumentos acima, surge ao menos duas questões sobre isso;
se foi um lago como esse se dividiu em duas muralhas e passou 2 milhões de pessoas e afogou todo o exercito de faraó. A outra questão é semântica pois o termo Yam Suph é o único termo utilizado no Antigo Testamento para se referir ao Mar Vermelho especialmente 1 Reis 9.26.
Algumas pontos à observar nos mapa de nossas Bíblias:
Rotas Alternativas são apresentadas em diversos mapas.
No mapa 5 observe que existe uma marcação de fortaleza de fronteira, então como explicar Êxodo 13.17?
No Chamado caminho tradicional sequer a rota passa pelo mar. (Ver Mapa 1)
Mapa 1 Bíblias CPAD
Mapa 2 Bíblias THOMPSON
Mapa 3 Atlas Vida Nova e Pequeno Atlas bíblico CPAD
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
A Saga da Teoria Documental
A
SAGA DA TEORIA DOCUMENTAL
Como na ultima postagem prometi
considerar algumas questões da escola historicista, darei continuidade aqui ao
assunto, porém acredito ser necessário fazer um breve relato dessa escola. Farei
observações em postagens posteriores no momento desejo apenas que vocês
conheçam ou relembrem as bases da teoria documental .
Existe um
consenso básico a respeito do desenvolvimento do método histórico-critico no
meio acadêmico, apresento em linhas gerais logo abaixo[1].
Dúvidas sobre a
concepção tradicional quanto à origem do Pentateuco foram manifestadas já no
século XII pelo estudioso judeu Ibn Esra, no tempo da Reforma por Karlstadt,
mais tarde no século XVII por T. Hobbes, B. Espinoza, R. Simon e outros.
Henning
Bernhard Witter, pastor de Hildesheim, foi o primeiro a adotar a alternância
entre o nome de Deus Elohim ("Deus") e Yahweh, que ocasionalmente já
se percebera na Antiguidade, como característica distintiva de tradições em Gn
1-2. Foi ele quem descobriu em Gn 1 uma fonte própria. Sua obra, publicada no
ano de 1711,foi ignorada por dois séculos.
Repercussão
teve por primeiro o médico particular de Luís XV, Jean Astruc, que dividiu em
1753 todo o Gênesis em dois (ou três) fios narrativos paralelos, com base nos
nomes de Deus. Com isto se assentou o fundamento da crítica literária,
possibilitando estudos cada vez mais aprofundados nos um e meio a dois séculos
seguintes.
a) A hipótese(mais antiga)das fontes (ou documentos):Algumas décadas mais
tarde, Johann Gottfried Eichhom, cuja "Introdução ao Antigo Testamento"
(1780 e anos seguintes) praticamente fundou- depois de J.D. Michaelis,
considerado precursor a isagogia e que, ao mesmo tempo, adquiriu importância
com a introdução do conceito de mito, retomou a divisão das fontes e a impôs,
comprovando a diversidade em estilo e conteúdo das fontes principais. Enquanto
que Witter e Astruc compreendiam as fontes por eles detectadas como tradições
utilizadas por Moisés, só no decorrer de seu labor científico Eichhom renunciou
à hipótese de que Moisés seria o redator do Pentateuco.
No final do século XVIII, Karl David llgen (Die Urkunden des
jerusalemischen Tempelarchivs in ihrer Urgestalt, 1798) descobriu que ao lado
das duas fontes escritas já conhecidas havia uma terceira, que usa o mesmo nome
de Deus da primeira fonte. Deste modo se conhecem agora três documentos ou fontes
escritas: duas falam de Elohim e uma, de Yahweh. Só muito mais tarde se percebeu
a grande importância de distinguir duas tradições nos textos em que Deus é
designado Elohim.
b) A hipótese dos fragmentos: O enfoque progressivamente diferenciado e
a análise de livros além do Gênesis ajudaram a descobrir documentos cada vez
mais recentes: coleções mais ou menos autônomas e coesas em si mesmas, originárias
de épocas diferentes e que não podem ser enquadradas em fontes contínuas, pelo
menos não de forma inequívoca. Assim se pressupôs por volta de 1800 que em vez
dos documentos havia também partes distintas, muito diferenciadas, independentes
entre si e de extensão variada, ou seja, "fragmentos", que só mais
tarde teriam sido juntadas para formarem uma história contínua (A. Geddes, J.
S.Vater, também W. M. L. de Wette)[2]
Vale ressaltar
que a década de 1880 foi fundamental no desenvolvimento da abordagem
histórico-crítica do Pentateuco, pois ela testemunhou a publicação da
monumental obra Prolegomena zur Geschichte Israels de J. H. Wellhausen
(publicada no ano de 1883 e, em inglês, em 1885). O trabalho de Wellhausen teve
uma sólida influência, pois, pela primeira vez, conseguiu-se associar a
história da composição do Pentateuco com a história da evolução da religião
israelita, de um modo convincente à maioria dos principais estudiosos da Europa
continental, Inglaterra e América, enquanto marginalizava academicamente seus
críticos (principalmente Hengstenberg e Delitzsch).
A expressão
clássica da hipótese documentária pode ser associada ao ponto de vista de
Wellhausen, embora atualmente poucos eruditos se considerem wellhausianos. No
entanto, uma vez que é à concepção desse autor que cada se refere ao propor sua
própria opinião, seria útil, portanto, apresentá-la. Wellhausen defendeu, em
continuidade aos estudos precedentes, que o Pentateuco foi composto a partir de
quatro fontes básicas. Essas fontes poderiam ser diferenciadas umas da outras
com base nos seguintes critérios:
1. O uso de
nomes divinos diferentes, particularmente Yahweh (J) e Elohim (E).
2. A existência
de duplicidades, ou seja, a mesma história básica contada mais de uma vez,
embora podendo envolver diferentes personagens. As duplicidades podem ser
narrativas repetidas (p. ex., as histórias da esposa-irmã, Gn 12.10-20; 20; 26)
ou relatos distintos servindo ao mesmo propósito no contexto narrativo (p. ex,,
os sonhos de José com estrelas e feixes, Gn 37.5-11).
3. Diferenças
de estilo, inclusive o uso de dois nomes para designar a mesma pessoa, tribo ou
lugar (Reuel/Jetro; Horebe/Sinai; Jacó/Israel; ismaelitas/midianitas).
4. Teologias
diferences. Por exemplo, J geralmente é caracterizado como retratando Deus
antropomorficamente; D apresenta uma forma de teologia da retribuição; P está
repleto de preocupações sacerdotais e tende a enfatizar a transcendência de
Deus. Os diferentes pontos de vista nos supostos documentos são frequentemente
justificados para mostrar a evolução da teologia de Israel: do animismo para o
henoteísmo, chegando finalmente ao monoteísmo. Além disso, os críticos tradicionais
percebem uma progressão cronológica entre as fontes em termos da forma de
adoração, por exemplo, a questão da centralização da adoração. De acordo com
critica tradicional, J ignora a centralização (Ex 20.24-26), D a exige (Dt
12.1-26) e P a admite (Êx 25—40, Números e Lv. 1-9).
Consequentemente
Wellhausen diferenciou as fontes com base nos critérios acima, as quais são:
J. No tempo de Wellhausen,
o documento J foi universalmente reconhecido como a fonte mais antiga. No
entanto, não muitos anos antes de seu estudo, o documento E1 (atualmente
designado por P) era considerado a primeira fonte. A característica que
resultou em seu nome (javista ou jeovista é o uso do nome pactuai para Deus. A
maioria dos críticos atribui J ao início da monarquia, nos sécs. X ou IX a.C.,
e, por causa de suas referências positivas a Judá, em textos como Gênesis 49.8-12,
acredita-se que o documento tenha sido escrito naquela região. O estilo de J é
frequentemente caracterizado como “claro e direto, mas sua simplicidade é
aquela da arte consumada”. J contrasta nitidamente com P em seu estilo e em sua
teologia. Enquanto P concentra-se em Deus, J atém-se ao homem e a terra. J usa
antropomorfismos para descrever Deus: por exemplo, Deus molda o homem a partir
do barro e passeia com Adão no Éden. J começa em Gênesis 2 (na, assim
denominada, segunda narrativa da criação) e continua até de Números, embora
possa incluir alguns versículos em Deuteronômio. Para uma lista completa das
passagens referentes a J, consulte. Harold Bloom apresentou uma provocante
análise de J de uma forma dizendo que o redator de J era uma mulher, talvez uma
poeta de Davi, é pura especulação.
E. Enquanto J é associado
ao nome de Deus, Yahweh, E é identificado pelo uso do nome mais genérico
Elohim. Essa fonte é atribuída a mais de cem anos depois de J (pois infere-se do
documento a divisão do reino), sendo redigida em algum lugar do norte, essa
última opinião é deduzida do que parece ser uma ênfase nas questões e
personalidades ligadas ao reino do norte, como, por exemplo, José. Na teologia,
E enfoca mais as preocupações “religiosas e moralistas” E é mais
fragmentário do que J ou P (e novo ponto de vista tem apontado cada vez mais de
E para J) O documento se inicia com Gênesis 15 e continua até Números 32,
embora algumas passagens em Deuteronômio também sejam atribuídas a E.
D. O terceiro fio narrativo
criado pela crítica clássica das fontes é D (Deuteronômico), encontrado
predominantemente na Torá no livro do qual deriva seu nome. O núcleo de
Deuteronômio é muitas vezes identificado como o documento que foi encontrado no
templo durante o remado de Josias (2Rs 22— 23). Esse evento comumente é chamo
de fraude piedosa pois na realidade o livro foi escondido propositalmente no
templo para ser achado “de maneira fortuita” e assim ganhar um ar de
sacralidade, porem há grandes debates sobre a forma do documento encontrado
naquele tempo, mas, de qualquer modo, quase todos os críticos datam D do tempo
de Josias (final do séc. VII a.C. ). Embora D raramente retome os primeiros
quatro livros da Torá, sua influência é sentida muito fortemente através do
cânon.
P. Dos quatro fios do
Pentateuco, P é o que mais se destaca e sua abordagem abrange principalmente a áreas
lirtúrgica essencialmente áreas de interesse sacerdotal daí seu nome, fonte
sacerdotal [sacerdote em alemão: “priester”, em inglês: “priest”, daí a sigla
“P”], essas áreas são, cronologia, genealogia, ritual, adoração e lei.
É também
considerada a mais tardia das fontes datando dos sécs. V ou IV a. C., P é reflexo
do anseio pós-exílio de restabelecimento do sacerdócio e também a preocupação
daquele tempo com a obediência à lei. Essa data refere-se à coletânea do que
hoje constitui P, pois se acredita que muito do material tenha vindo de um
período anterior. Um argumento usado para amparar a datação tardia da fonte é o
fato de que P aparenta influenciar apenas Crônicas, um livro datado não antes
do séc. V (Eissfeldt). Seus trechos podem ficar lado a lado com os de outras
fontes (como Gn 1.1-2.4a = P e Gn 2.4b-25 = J)
Surgiram devido
as divergências teorias de fonte em múltiplas camadas como J 1 e J2 N, G, L e
outras siglas novas integradas de modo criativo as quatro principais fontes
narrativas da Torá.
Considera-se
que os redatores foram os responsáveis pelo desenvolvimento da tradição, à
medida que integraram em primeiro lugar J e E, depois D com JE e, finalmente, P
com JED. O redator mais importante teria sido o último, visto que ele
estabeleceu a disposição particular da forma final da Torá.[3]
Uma expressão
bastante comum utilizada pelos professores universitários quando se refere ao
assunto é “rejeitá-la é ser relegado ao campo da “ingenuidade e
arrogância"(Childs) pois a hipótese documentária tem sido o mais
forte rival do ponto de vista tradicional de que Moisés foi a fonte do
Pentateuco. Em contraste com este último ponto de vista, a hipótese documentária
tira o Pentateuco totalmente das mãos de Moisés, o que, para muitos, levanta
indagações sobre a veracidade e a autoridade de Gênesis e do Pentateuco.
Afinal, embora o Pentateuco não reivindique autoria mosaica, pelo menos
descreve Moisés como aquele que recebe grandes partes do conteúdo da
revelação, particularmente a lei. Ainda que a autoridade do texto se fundamente
no próprio Yahweh em vez de em Moisés, não conseguimos deixar de ter dúvidas
caso se crie incerteza sobre o quadro que a Torá pinta de Moisés como aquele
que recebe a lei no monte Sinai.[4]
Antes de
encerrar este post gostaria de deixar uma observação do reverendo Augusto
Nicodemus Lopes:
“O grande
atrativo do método histórico-crítico é o fato de ser “científico”. Com isto, os
seus adeptos dão a idéia de que se trata de uma exegese neutra e científica e,
portanto, capaz de conseguir resultados confiáveis. Nada está mais longe da verdade,
entretanto. O método histórico-crítico não é neutro ao contrário, é bastante tendencioso.
“[5]
Até breve!
[1]Geralmente
a literatura que tange esse assunto que é praticamente unanime quanto esse
desenvolvimento independente da linha seguida exemplos são Lopes, Dillard e
Longman, Schmidt (relacionados na bibliografia)além de E.Sellin; G.Fohrer. Introdução ao Antigo
Testamento. trad. Mateus Rocha - SãoPaulo: Ed. Academia Cristã Ltda, 2007;
Gleason Leonard Archer ; tradução Oswaldo Ramos. Enciclopédia de temas bíblicos
: respostas às principais dúvidas, dificuldades e "contradições" da
Bíblia, 2. ed. - São Paulo : Editora Vida, 2001entre outros.
[2]Schmidt,
Werner H. Introdução ao Antigo Testamento tradução Annemarie Hõhn I. São
Leopoldo, RS : Sinodal, 1994. Pag.49-50.
[3]
Dillard, Raymond B., Longman, III Tremper Introdução ao Antigo Testamento;
tradução Sueli da Silva Saraiva. - São Paulo: Vida Nova, 2006, pag. 39-42.
Basicamente é a mesma exposição do livro de Longman Como ler Gênesis, São
Paulo: Vida Nova, 2009 pag. 47-52
[4]
Longman, III Tremper, Como ler Gênesis, São Paulo: Vida Nova, 2009.
[5]
Lopes, Augustus Nicodemus, O DILEMA DO MÉTODO HISTÓRICO-CRÍTICO NA INTERPRETAÇÃO
BÍBLICA, FIDES REFORMATA X, Nº 1 (2005): 115-138.
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Teoria Documental
domingo, 18 de agosto de 2013
A critica da Bíblia, algumas observações!
Numa aula sobre Antigo Testamento o professor discorria
sobre a formação da saga formativa do mesmo baseando-se na historiografia também
conhecida pelas nefastas nomenclaturas de método histórico-crítico, Alta-crítica,
teoria das fontes, teoria documental, teologia alemã entre outros. Algo que
sempre me chama atenção é a forma arrogante que essa metodologia impõe, todas ás
vezes que a vejo ser apresentada, pois a mesma menospreza, assim como o
ateísmo, toda as opiniões que divergem da sua com o discurso que somente a
deles é a opinião correta, digo acadêmica cientifica, e portanto a única que
deve ser levada em conta, e quem estar cursando teologia deve adota-la, pois se
quisermos ter um diploma confiável como o de um médico temos que aprender a
separar a academia e a fé, alias se queremos pessoas para servir a comunidade
devemos fazer cursos congregacionais e deixar a academia para aqueles que
desejam serem teólogos de verdade, pois ensinar teologia de outro modo é não
ser honesto intelectualmente!.[1]
Cara pálida, quero dizer que há outro mundo além do seu, beber
em fonte rotas é prejudicial á saúde, faça um favor e dê uma olhada nos danos
causados pela historiografia nas igrejas da Europa, não precisa ser sequer cristão
para se estudar teologia, porem é necessário ter em considerações as palavras (atribuídas)
Jesus quando o mesmo fala do fruto das arvores e de fontes de aguas, será que o
Brasil vai ter um destino diferente da Alemanha se trilhar o mesmo caminho? Outra
perguntinha, você já observou algo em Teologia além dos que foram produzidos por
Gabler, Wellhausen, Bultmann, Tillich e CIA LTDA? Pelo que vejo há MESTREs que só
enxergam o que foi ou é apresentado no seminário e quer dar do mesmo composto para
os seus alunos.[2]
Algumas das questões levantadas
pelos historiógrafos são.
“O cânon foi formado por conveniência
politica e não por revelação!”
“O livro de Ester foi produzido
para justificar a comemoração do purim, e o de Rute para ensinar ao povo o
conceito do G´oel!”
O prologo do evangelho de João é simplesmente
uma justificativa a Ben-Siraque!
A saga dos patriarcas são “três tradições
constitutivas para a auto compreensão do posterior povo de Israel da promessa aos
patriarcas”[3]
Desejo porem começar a minha
observação pela ultima frase do primeiro paragrafo e lhes apresentar alguns dos
(des)honestos que creem na inerrância da palavra de Deus e portanto não dão
valor a ideologia que adotada pelo historicismo.
John W. Wenham é ministro ordenado da Igreja da Inglaterra.
E mestre em Artes* pela Universidade de Cambridge e bacharel em Teologia pela
Universidade de Londres. Exerceu as seguintes funções acadêmicas: vice-diretor de Tyndale
Hall, em Bristol, e diretor de Latimer House, em Oxford. Foi capelão da Forca Aerea Real e pároco da igreja de
Saint Nicholas, em Durham. E autor, entre outros, de The elements of New Testament greek [Os elementos do NT grego], Christ and the Bible [Cristo e a Bíblia] e The goodness of God [A bondade
de Deus].
Edwin A. Blum é
professor adjunto de teologia histórica do Seminário Teoldgico de Dallas,
no Texas. £ mestre e
doutor em teologia pelo Seminário de Dallas e doutor pela Universidade da Basiléa. Fez seus estudos de
graduação pela Universidade Rice. E
instrutor no Dallas Bible College, além de instrutor e professor
assistente de Literatura do Novo Testamento e Exegese e professor assistente de
teologia sistemática no Seminário Teológico de Dallas. £
professor do Trinity Fellowship de Dallas e diretor do Theological Students'
Fellowship (tsf/ rv).
Gleason L. Archer é professor emérito da Trinity
Evangelical Divinity
School, em Deerfield, Illinois, nos Estados Unidos. Cursou o Harvard College
(bacharelado e mestrado em Artes), o Princeton Theological Seminary
(bacharelado em teologia), a Suffolk University Law School (bacharelado em
Direito) e o Harvard Graduate School (doutorado em Filosofia). E autor de Enciclopedia de temas biblicos (Vida), Merece confiança o Antigo Testamento? (Vida Nova), In the shadow of the cross [A sombra da cruz], traduziu o comentário de Jeronimo sobre
Daniel, escreveu dois comentários: The Epistle
to the Hebrews [Epistola aos Hebreus] e The Epistle to the
Romans [Epistola aos Romanos], e
ainda Survey of Old Testament Introduction [Sumula de
introdução ao Antigo Testamento]. Antes de chegar a Trinity, em 1965,
serviu como pastor estagiário em duas igrejas de Nova Jersey, foi pastor
assistente da Park Street Church, em Boston, Massachusetts, professor de línguas
bíblicas e reitor interino do Fuller
Theological Seminary, em Pasadena, na Califórnia.
J. Barton
Payne foi professor de Antigo Testamento do Covenant Theological Seminary de Saint Louis, no Missouri. Cursou bacharelado em Artes na Universidade da
Califórnia, Teologia no Seminário Teológico de São Francisco e especializou-se em Línguas Semíticas e Literatura
Bíblica no Seminário Teol6gico de Princeton, onde também fez doutorado
em AT. Foi pastor presbiteriano, presidente do departamento de graduação em at da
Universidade Bob Jones, lecionou AT no Wheaton College Graduate School
of Theology e tambem no Trinity Evangelical Divinity School. Foi professor e supervisor de escavacoes no Near
East School of Archaelogical and Biblical Studies, na Jordania, além de
diretor do Wheaton Summer Institute of Biblical Studies, em Israel. Escreveu, entre outros, An ouline
of hebrew history [Esboço da
história hebraica], Hebrew vocabularies [ Vocabulários hebraicos], The iminent appearing of Christ [ O retorno iminente de Cristo], Theology of the Older Testament [ Teologia do Antigo Testamento], New perspectives on the Old Testament
[Novas perspectivas do antigo testamento] Encyclopedia of biblical prophecy
[Enciclopédia de profecia biblica], Biblical prophecy for today [Profecia bíblica para hoje] e The prophecy map of world history [Mapaprofetico da historia do
mundo]. Participou também
dos comitês de tradução da The New American Standard Bible (nasb) e da New
International Version (niv). Foi presidente e secretário nacional da
Evangelical Theological Society, tendo também participado do conselho da
icbi.
Em relação ás demais questões farei observações
posteriormente.
Deus continuando abençoando a todos vós.
[1]
Basicamente esse foi o discurso do professor.
[2] É a
típica teologia que norteia a Superinteressante e outras mídias anticristãs.
[3] Schmidt,
Werner H. Introdução ao Antigo Testamento, tradução Anne Marie Hõhn I. São Leopoldo,
RS : Sinodal, 1994. 3ª edição. Pag. 18
[4] As descrições dos autores apresentados aqui
foram extraídas de Norman L. Geisler (org.);
A inerrância da Bíblia Tradução Antivan Guimaraes Mendes São Paulo editora Vida, 2003.
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