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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Os Mapas do êxodo

Nossa perspectiva é influenciada em grande parte pela nossa interpretação ou aceitação da localização do Monte Sinai, se aceitarmos a representação feita nos mapas atuais em nossas bíblias teremos dificuldades para explicar algumas das seguintes questões[1]
ð  Quando Moisés fugiu de Faraó ele parou em Midiã (Êxodo 2.15). Midiã fica do lado leste do golfo de Aqaba, a 'orelha de coelho' a leste do mar Vermelho, na Arábia Saudita dos nossos dias. Midiã nunca fez parte da península entre os dois golfos
ð  Ao situar o Horebe na península do Sinai temos que explicar como Moisés foi tão longe (cerca de duzentos quilômetros) pastoreando ovelhas num região desértica.[2]
ð  Foi em "Horebe, o monte de Deus" que Moisés viu a 'sarça ardente' (Êxodo 3.1), e no verso 12 Deus disse a ele: "Quando houveres tirado este povo do Egito, servireis a Deus neste monte".
ð  O monte Horebe sempre se situou em Midiã. Prosseguindo com a comissão que está dando a Moisés, Deus especifica "caminho de três dias para o deserto" (verso 18). Segundo Êxodo 4.27 Arão encontrou Moisés "no monte de Deus" (Horebe, em Midiã), e foram juntos ao Egito.
ð  Quando o povo deixou o Egito, Deus o conduziu numa marcha forçada; observar o "para que caminhasse de dia e de noite" (Êxodo 13.21). Com três dias de marcha forçada (Êxodo 3.18) estariam perto de Ezion -Geber (o Eilat de hoje), e com mais dois dias estariam bem dentro de Midiã. Mas aí Deus mandou que "voltassem” e “acampassem” à beira-mar, defronte de “Baal-Zefom" (Êxodo 14.2). Para fazerem isso tinham de deixar a rota estabelecida entre Egito e Arábia e caminhar ao sul, deserto adentro; e foi exatamente esse procedimento que levou Faraó a concluir que estavam confusos e perdidos (obviamente ele teria espiões seguindo a multidão, muito bem montados, para o manterem informado). Teria sido simplesmente impossível que eles se perdessem entre Gósen e o golfo de Suez (o braço oeste do mar Vermelho), mas é o que são obrigados a alegar os que colocam o monte Sinai na península que ora leva seu nome uma estupidez patente
ð  É considerar que faraó e seus generais eram estúpidos ou Deus estaria enganado, pois se a travessia foi pelo canal de Suez os israelitas estavam dentro do território que no decorrer das décadas e dos séculos os israelitas teriam explorado e caçado por toda aquela área, e seria bem conhecida por eles, ou seja teríamos de admitir que esle se perderam em de casa.
ð  Para que os carros de guerra? Faraó poderia tê-los cercado com soldados a pé, e ainda cerca-los de frente apenas (veja no mapa). Nos mapas pela escala dos mesmos o mar da travessia dar cerca de, 27 km ou seja, com um dia de caminhada se iria dum extremo a outro. Então para que abrir um mar se conseguiria chegar ao mesmo local num período igual sem milagre.
ð  Não existe certeza sobre as localizações descritas no livro de êxodo, apenas conjectura, baseadas em inferências, as quais podem ser encaixadas em diversas  explicações sobre a rota do êxodo.
o   A palavra Sucote é uma palavra hebraica que significa cabana, existem localidades chamadas de Sucote Êxodo 12.37, 13.20 geralmente este locais também é identificado em Canaã, Js 13.27 Juízes capitulo oito contem diversas referencias a Sucote.
o   Também a palavra Migdol é hebraica e significa torre, o mar de Êxodo 14.2 pode referir-se a qualquer um então, Pi-Hairote depende também da localização de Migdol que é genérica e de um mar que também é genérico, sendo assim o mar é qualquer um, inclusive Ácaba.
ð  Alguns mapas identificam o Monte Sinai acompanhado de uma interrogação, ou a frase “localização tradicional”[3]
ð   
ð  Além do já exposto como vamos considerar a declaração de Paulo em Gálatas 4.25 diz que o monte Sinai fica na Arábia. Embora não saibamos a exata definição que Paulo daria a 'Arábia', o que consta em praticamente todos os mapas como sendo o monte Sinai, na península do mesmo nome, não deve ser o verdadeiro. Senão, temos que considerar que Paulo era ignorante quanto o assunto ou estava enganado, e o restante da argumentação de Paulo então é tão invalida quanto a ideia dele da localização do Sinai você não acha?
Existe ainda a questão da palavra utilizada para Mar Vermelho. que é Yam Suph que traduzida ao pé da letra seria Mar de Juncos, baseado nessa tradução alguns estudiosos dizem que a travessia foi num lago ou pântano entre o Suez e o Mar Mediterrâneo, além dos argumentos acima, surge ao menos duas questões sobre isso;
se foi um  lago como esse se dividiu em duas muralhas e passou 2 milhões de pessoas e afogou todo o exercito de faraó. A outra questão é semântica pois o termo Yam Suph é o único termo utilizado no Antigo Testamento para se referir ao Mar Vermelho especialmente 1 Reis 9.26.
Algumas pontos à observar nos mapa de nossas Bíblias:
Rotas Alternativas são apresentadas em diversos mapas.
No mapa 5 observe que existe uma marcação de fortaleza de fronteira, então como explicar Êxodo 13.17?
No Chamado caminho tradicional sequer a rota passa pelo mar. (Ver Mapa 1)
Mapa 1 Bíblias CPAD
Mapa 2 Bíblias THOMPSON
Mapa 3 Atlas Vida Nova e Pequeno Atlas bíblico CPAD





[1] Pickering Wilbur N. THE IDENTITY OF THE NEW TESTAMENT TEXT IV, 2014
[2] A versão ARA diz que foi no lado ocidental, porem ela não traduz sempre o termo rxa ‘achar da mesma forma e  Strong sob o numero 310 jamais indica que ocidental é uma opção de tradução, ou seja o
[3] Mapa utilizados na NVI

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

A Saga da Teoria Documental

A SAGA DA TEORIA DOCUMENTAL

Como na ultima postagem prometi considerar algumas questões da escola historicista, darei continuidade aqui ao assunto, porém acredito ser necessário fazer um breve relato dessa escola. Farei observações em postagens posteriores no momento desejo apenas que vocês conheçam ou relembrem as bases da teoria documental .
Existe um consenso básico a respeito do desenvolvimento do método histórico-critico no meio acadêmico, apresento em linhas gerais logo abaixo[1].
Dúvidas sobre a concepção tradicional quanto à origem do Pentateuco foram manifestadas já no século XII pelo estudioso judeu Ibn Esra, no tempo da Reforma por Karlstadt, mais tarde no século XVII por T. Hobbes, B. Espinoza, R. Simon e outros.
Henning Bernhard Witter, pastor de Hildesheim, foi o primeiro a adotar a alternância entre o nome de Deus Elohim ("Deus") e Yahweh, que ocasionalmente já se percebera na Antiguidade, como característica distintiva de tradições em Gn 1-2. Foi ele quem descobriu em Gn 1 uma fonte própria. Sua obra, publicada no ano de 1711,foi ignorada por dois séculos.
Repercussão teve por primeiro o médico particular de Luís XV, Jean Astruc, que dividiu em 1753 todo o Gênesis em dois (ou três) fios narrativos paralelos, com base nos nomes de Deus. Com isto se assentou o fundamento da crítica literária, possibilitando estudos cada vez mais aprofundados nos um e meio a dois séculos seguintes.
a) A hipótese(mais antiga)das fontes (ou documentos):Algumas décadas mais tarde, Johann Gottfried Eichhom, cuja "Introdução ao Antigo Testamento" (1780 e anos seguintes) praticamente fundou- depois de J.D. Michaelis, considerado precursor a isagogia e que, ao mesmo tempo, adquiriu importância com a introdução do conceito de mito, retomou a divisão das fontes e a impôs, comprovando a diversidade em estilo e conteúdo das fontes principais. Enquanto que Witter e Astruc compreendiam as fontes por eles detectadas como tradições utilizadas por Moisés, só no decorrer de seu labor científico Eichhom renunciou à hipótese de que Moisés seria o redator do Pentateuco.
No final do século XVIII, Karl David llgen (Die Urkunden des jerusalemischen Tempelarchivs in ihrer Urgestalt, 1798) descobriu que ao lado das duas fontes escritas já conhecidas havia uma terceira, que usa o mesmo nome de Deus da primeira fonte. Deste modo se conhecem agora três documentos ou fontes escritas: duas falam de Elohim e uma, de Yahweh. Só muito mais tarde se percebeu a grande importância de distinguir duas tradições nos textos em que Deus é designado Elohim.
b) A hipótese dos fragmentos: O enfoque progressivamente diferenciado e a análise de livros além do Gênesis ajudaram a descobrir documentos cada vez mais recentes: coleções mais ou menos autônomas e coesas em si mesmas, originárias de épocas diferentes e que não podem ser enquadradas em fontes contínuas, pelo menos não de forma inequívoca. Assim se pressupôs por volta de 1800 que em vez dos documentos havia também partes distintas, muito diferenciadas, independentes entre si e de extensão variada, ou seja, "fragmentos", que só mais tarde teriam sido juntadas para formarem uma história contínua (A. Geddes, J. S.Vater, também W. M. L. de Wette)[2]
Vale ressaltar que a década de 1880 foi fundamental no desenvolvimento da abordagem histórico-crítica do Pentateuco, pois ela testemunhou a publicação da monumental obra Prolegomena zur Geschichte Israels de J. H. Wellhausen (publicada no ano de 1883 e, em inglês, em 1885). O trabalho de Wellhausen teve uma sólida influência, pois, pela primeira vez, conseguiu-se associar a história da composição do Pentateuco com a história da evolução da religião israelita, de um modo convincente à maioria dos principais estudiosos da Europa continental, Inglaterra e América, enquanto marginalizava academicamente seus críticos (principalmente Hengstenberg e Delitzsch).
A expressão clássica da hipótese documentária pode ser associada ao ponto de vista de Wellhausen, embora atualmente poucos eruditos se considerem wellhausianos. No entanto, uma vez que é à concepção desse autor que cada se refere ao propor sua própria opinião, seria útil, portanto, apresentá-la. Wellhausen defendeu, em continuidade aos estudos precedentes, que o Pentateuco foi composto a partir de quatro fontes básicas. Essas fontes poderiam ser diferenciadas umas da outras com base nos seguintes critérios:
1. O uso de nomes divinos diferentes, particularmente Yahweh (J) e Elohim (E).
2. A existência de duplicidades, ou seja, a mesma história básica contada mais de uma vez, embora podendo envolver diferentes personagens. As duplicidades podem ser narrativas repetidas (p. ex., as histórias da esposa-irmã, Gn 12.10-20; 20; 26) ou relatos distintos servindo ao mesmo propósito no contexto narrativo (p. ex,, os sonhos de José com estrelas e feixes, Gn 37.5-11).
3. Diferenças de estilo, inclusive o uso de dois nomes para designar a mesma pessoa, tribo ou lugar (Reuel/Jetro; Horebe/Sinai; Jacó/Israel; ismaelitas/midianitas).
4. Teologias diferences. Por exemplo, J geralmente é caracterizado como retratando Deus antropomorficamente; D apresenta uma forma de teologia da retribuição; P está repleto de preocupações sacerdotais e tende a enfatizar a transcendência de Deus. Os diferentes pontos de vista nos supostos documentos são frequentemente justificados para mostrar a evolução da teologia de Israel: do animismo para o henoteísmo, chegando finalmente ao monoteísmo. Além disso, os críticos tradicionais percebem uma progressão cronológica entre as fontes em termos da forma de adoração, por exemplo, a questão da centralização da adoração. De acordo com critica tradicional, J ignora a centralização (Ex 20.24-26), D a exige (Dt 12.1-26) e P a admite (Êx 25—40, Números e Lv. 1-9).
Consequentemente Wellhausen diferenciou as fontes com base nos critérios acima, as quais são:
J. No tempo de Wellhausen, o documento J foi universalmente reconhecido como a fonte mais antiga. No entanto, não muitos anos antes de seu estudo, o documento E1 (atualmente designado por P) era considerado a primeira fonte. A característica que resultou em seu nome (javista ou jeovista é o uso do nome pactuai para Deus. A maioria dos críticos atribui J ao início da monarquia, nos sécs. X ou IX a.C., e, por causa de suas referências positivas a Judá, em textos como Gênesis 49.8-12, acredita-se que o documento tenha sido escrito naquela região. O estilo de J é frequentemente caracterizado como “claro e direto, mas sua simplicidade é aquela da arte consumada”. J contrasta nitidamente com P em seu estilo e em sua teologia. Enquanto P concentra-se em Deus, J atém-se ao homem e a terra. J usa antropomorfismos para descrever Deus: por exemplo, Deus molda o homem a partir do barro e passeia com Adão no Éden. J começa em Gênesis 2 (na, assim denominada, segunda narrativa da criação) e continua até de Números, embora possa incluir alguns versículos em Deuteronômio. Para uma lista completa das passagens referentes a J, consulte. Harold Bloom apresentou uma provocante análise de J de uma forma dizendo que o redator de J era uma mulher, talvez uma poeta de Davi, é pura especulação.
E. Enquanto J é associado ao nome de Deus, Yahweh, E é identificado pelo uso do nome mais genérico Elohim. Essa fonte é atribuída a mais de cem anos depois de J (pois infere-se do documento a divisão do reino), sendo redigida em algum lugar do norte, essa última opinião é deduzida do que parece ser uma ênfase nas questões e personalidades ligadas ao reino do norte, como, por exemplo, José. Na teologia, E enfoca mais as preocupações “religiosas e moralistas” E é mais fragmentário do que J ou P (e novo ponto de vista tem apontado cada vez mais de E para J) O documento se inicia com Gênesis 15 e continua até Números 32, embora algumas passagens em Deuteronômio também sejam atribuídas a E.
D. O terceiro fio narrativo criado pela crítica clássica das fontes é D (Deuteronômico), encontrado predominantemente na Torá no livro do qual deriva seu nome. O núcleo de Deuteronômio é muitas vezes identificado como o documento que foi encontrado no templo durante o remado de Josias (2Rs 22— 23). Esse evento comumente é chamo de fraude piedosa pois na realidade o livro foi escondido propositalmente no templo para ser achado “de maneira fortuita” e assim ganhar um ar de sacralidade, porem há grandes debates sobre a forma do documento encontrado naquele tempo, mas, de qualquer modo, quase todos os críticos datam D do tempo de Josias (final do séc. VII a.C. ). Embora D raramente retome os primeiros quatro livros da Torá, sua influência é sentida muito fortemente através do cânon.
P. Dos quatro fios do Pentateuco, P é o que mais se destaca e sua abordagem abrange principalmente a áreas lirtúrgica essencialmente áreas de interesse sacerdotal daí seu nome, fonte sacerdotal [sacerdote em alemão: “priester”, em inglês: “priest”, daí a sigla “P”], essas áreas são, cronologia, genealogia, ritual, adoração e lei.
É também considerada a mais tardia das fontes datando dos sécs. V ou IV a. C., P é reflexo do anseio pós-exílio de restabelecimento do sacerdócio e também a preocupação daquele tempo com a obediência à lei. Essa data refere-se à coletânea do que hoje constitui P, pois se acredita que muito do material tenha vindo de um período anterior. Um argumento usado para amparar a datação tardia da fonte é o fato de que P aparenta influenciar apenas Crônicas, um livro datado não antes do séc. V (Eissfeldt). Seus trechos podem ficar lado a lado com os de outras fontes (como Gn 1.1-2.4a = P e Gn 2.4b-25 = J)
Surgiram devido as divergências teorias de fonte em múltiplas camadas como J 1 e J2 N, G, L e outras siglas novas integradas de modo criativo as quatro principais fontes narrativas da Torá.
Considera-se que os redatores foram os responsáveis pelo desenvolvimento da tradição, à medida que integraram em primeiro lugar J e E, depois D com JE e, finalmente, P com JED. O redator mais importante teria sido o último, visto que ele estabeleceu a disposição particular da forma final da Torá.[3]
Uma expressão bastante comum utilizada pelos professores universitários quando se refere ao assunto é “rejeitá-la é ser relegado ao campo da “ingenuidade e arrogância"(Childs) pois a hipótese documentária tem sido o mais forte rival do ponto de vista tradicional de que Moisés foi a fonte do Pentateuco. Em contraste com este último ponto de vista, a hipótese documentária tira o Pentateuco totalmente das mãos de Moisés, o que, para muitos, levanta indagações sobre a veracidade e a autoridade de Gênesis e do Pentateuco. Afinal, embora o Pentateuco não reivindique autoria mosaica, pelo menos descreve Moisés como aquele que recebe grandes partes do con­teúdo da revelação, particularmente a lei. Ainda que a autoridade do texto se fundamente no próprio Yahweh em vez de em Moisés, não conseguimos deixar de ter dúvidas caso se crie incerteza sobre o quadro que a Torá pinta de Moisés como aquele que recebe a lei no monte Sinai.[4]
Antes de encerrar este post gostaria de deixar uma observação do reverendo Augusto Nicodemus Lopes:
“O grande atrativo do método histórico-crítico é o fato de ser “científico”. Com isto, os seus adeptos dão a idéia de que se trata de uma exegese neutra e científica e, portanto, capaz de conseguir resultados confiáveis. Nada está mais longe da verdade, entretanto. O método histórico-crítico não é neutro ao contrário, é bastante tendencioso. “[5]
Até breve!



[1]Geralmente a literatura que tange esse assunto que é praticamente unanime quanto esse desenvolvimento independente da linha seguida exemplos são Lopes, Dillard e Longman, Schmidt (relacionados na bibliografia)além de  E.Sellin; G.Fohrer. Introdução ao Antigo Testamento. trad. Mateus Rocha - SãoPaulo: Ed. Academia Cristã Ltda, 2007; Gleason Leonard Archer ; tradução Oswaldo Ramos. Enciclopédia de temas bíblicos : respostas às principais dúvidas, dificuldades e "contradições" da Bíblia, 2. ed. - São Paulo : Editora Vida, 2001entre outros.
[2]Schmidt, Werner H. Introdução ao Antigo Testamento tradução Annemarie Hõhn I. São Leopoldo, RS : Sinodal, 1994. Pag.49-50.
[3] Dillard, Raymond B., Longman, III Tremper Introdução ao Antigo Testamento; tradução Sueli da Silva Saraiva. - São Paulo: Vida Nova, 2006, pag. 39-42. Basicamente é a mesma exposição do livro de Longman Como ler Gênesis, São Paulo: Vida Nova, 2009 pag. 47-52
[4] Longman, III Tremper, Como ler Gênesis, São Paulo: Vida Nova, 2009.
[5] Lopes, Augustus Nicodemus, O DILEMA DO MÉTODO HISTÓRICO-CRÍTICO NA INTERPRETAÇÃO BÍBLICA, FIDES REFORMATA X, Nº 1 (2005): 115-138.

domingo, 18 de agosto de 2013

A critica da Bíblia, algumas observações!

Numa aula sobre Antigo Testamento o professor discorria sobre a formação da saga formativa do mesmo baseando-se na historiografia também conhecida pelas nefastas nomenclaturas de método histórico-crítico, Alta-crítica, teoria das fontes, teoria documental, teologia alemã entre outros. Algo que sempre me chama atenção é a forma arrogante que essa metodologia impõe, todas ás vezes que a vejo ser apresentada, pois a mesma menospreza, assim como o ateísmo, toda as opiniões que divergem da sua com o discurso que somente a deles é a opinião correta, digo acadêmica cientifica, e portanto a única que deve ser levada em conta, e quem estar cursando teologia deve adota-la, pois se quisermos ter um diploma confiável como o de um médico temos que aprender a separar a academia e a fé, alias se queremos pessoas para servir a comunidade devemos fazer cursos congregacionais e deixar a academia para aqueles que desejam serem teólogos de verdade, pois ensinar teologia de outro modo é não ser honesto intelectualmente!.[1]
Cara pálida, quero dizer que há outro mundo além do seu, beber em fonte rotas é prejudicial á saúde, faça um favor e dê uma olhada nos danos causados pela historiografia nas igrejas da Europa, não precisa ser sequer cristão para se estudar teologia, porem é necessário ter em considerações as palavras (atribuídas) Jesus quando o mesmo fala do fruto das arvores e de fontes de aguas, será que o Brasil vai ter um destino diferente da Alemanha se trilhar o mesmo caminho? Outra perguntinha, você já observou algo em Teologia além dos que foram produzidos por Gabler, Wellhausen, Bultmann, Tillich e CIA LTDA? Pelo que vejo há MESTREs que só enxergam o que foi ou é apresentado no seminário e quer dar do mesmo composto para os seus alunos.[2]
Algumas das questões levantadas pelos historiógrafos são.
“O cânon foi formado por conveniência politica e não por revelação!”
“O livro de Ester foi produzido para justificar a comemoração do purim, e o de Rute para ensinar ao povo o conceito do G´oel!”
O prologo do evangelho de João é simplesmente uma justificativa a Ben-Siraque!
A saga dos patriarcas são “três tradições constitutivas para a auto compreensão do posterior povo de Israel da promessa aos patriarcas”[3]
Desejo porem começar a minha observação pela ultima frase do primeiro paragrafo e lhes apresentar alguns dos (des)honestos que creem na inerrância da palavra de Deus e portanto não dão valor a ideologia que adotada pelo historicismo.
John W. Wenham é ministro ordenado da Igreja da Inglaterra. E mestre em Artes* pela Universidade de Cambridge e bacharel em Teologia pela Universidade de Londres. Exerceu as seguintes funções acadêmicas: vice-diretor de Tyndale Hall, em Bristol, e diretor de Latimer House, em Oxford. Foi capelão da Forca Aerea Real e pároco da igreja de Saint Nicholas, em Durham. E autor, entre outros, de The elements of New Testament greek [Os elementos do NT grego], Christ and the Bible [Cristo e a Bíblia] e The goodness of God [A bondade de Deus].
Edwin A. Blum é professor adjunto de teologia histórica do Seminário Teoldgico de Dallas, no Texas. £ mestre e doutor em teologia pelo Seminário de Dallas e doutor pela Universidade da Basiléa. Fez seus estudos de graduação pela Universidade Rice. E instrutor no Dallas Bible College, além de instrutor e professor assistente de Literatura do Novo Testamento e Exegese e professor assistente de teologia sistemática no Seminário Teológico de Dallas. £ professor do Trinity Fellowship de Dallas e diretor do Theological Students' Fellowship (tsf/ rv).
Gleason L. Archer é professor emérito da Trinity Evangelical Divinity School, em Deerfield, Illinois, nos Estados Unidos. Cursou o Harvard College (bacharelado e mestrado em Artes), o Princeton Theological Seminary (bacharelado em teologia), a Suffolk University Law School (bacharelado em Direito) e o Harvard Graduate School (doutorado em Filosofia). E autor de Enciclopedia de temas biblicos (Vida), Merece confiança o Antigo Testamento? (Vida Nova), In the shadow of the cross [A sombra da cruz], traduziu o comentário de Jeronimo sobre Daniel, escreveu dois comentários: The Epistle to the Hebrews [Epistola aos Hebreus] e The Epistle to the Romans [Epistola aos Romanos], e ainda Survey of Old Testament Introduction [Sumula de introdução ao Antigo Testamento]. Antes de chegar a Trinity, em 1965, serviu como pastor estagiário em duas igrejas de Nova Jersey, foi pastor assistente da Park Street Church, em Boston, Massachusetts, professor de línguas bíblicas e reitor interino do Fuller Theological Seminary, em Pasadena, na Califórnia.
J. Barton Payne foi professor de Antigo Testamento do Covenant Theological Seminary de Saint Louis, no Missouri. Cursou bacharelado em Artes na Universidade da Califórnia, Teologia no Seminário Teológico de São Francisco e especializou-se em Línguas Semíticas e Literatura Bíblica no Seminário Teol6gico de Princeton, onde também fez doutorado em AT. Foi pastor presbiteriano, presidente do departamento de graduação em at da Universidade Bob Jones, lecionou AT no Wheaton College Graduate School of Theology e tambem no Trinity Evangelical Divinity School. Foi professor e supervisor de escavacoes no Near East School of Archaelogical and Biblical Studies, na Jordania, além de diretor do Wheaton Summer Institute of Biblical Studies, em Israel. Escreveu, entre outros, An ouline of hebrew history [Esboço da história hebraica], Hebrew vocabularies [ Vocabulários hebraicos], The iminent appearing of Christ [ O retorno iminente de Cristo], Theology of the Older Testament [ Teologia do Antigo Testamento], New perspectives on the Old Testament [Novas perspectivas do antigo testamento] Encyclopedia of biblical prophecy [Enciclopédia de profecia biblica], Biblical prophecy for today [Profecia bíblica para hoje] e The prophecy map of world history [Mapaprofetico da historia do mundo]. Participou também dos comitês de tradução da The New American Standard Bible (nasb) e da New International Version (niv). Foi presidente e secretário nacional da Evangelical Theological Society, tendo também participado do conselho da icbi.

Em relação ás demais questões farei observações posteriormente.
Deus continuando abençoando a todos vós.



[1] Basicamente esse foi o discurso do professor.
[2] É a típica teologia que norteia a Superinteressante e outras mídias anticristãs.
[3] Schmidt, Werner H. Introdução ao Antigo Testamento, tradução Anne Marie Hõhn I. São Leopoldo, RS : Sinodal, 1994. 3ª edição. Pag. 18
[4] As descrições dos autores apresentados aqui foram extraídas de Norman L. Geisler (org.); A inerrância da Bíblia Tradução Antivan Guimaraes Mendes São Paulo editora Vida, 2003.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Os 613 mandamentos da Lei de Moisés


Os 613 mandamentos:

Os 613 mandamentos também são chamados de 613 mitzvot (que provém do hebraico:תרי"ג מצוות ou Taryag mitzvot, sendo que TaRYaG é um acrônimo do valor numérico "613").

É o nome dado ao conjunto de todos os mandamentos que, de acordo com o judaísmo constam na Torá.

Estes 613 mandamentos dividem-se em:

248 mandamentos positivos: são mandamentos que ordenam a realização de certas acções. Os antigos hebreus acreditavam que este número era o número de ossos ou orgãos no corpo humano.

365 mandamentos negativos: são mandamentos que condenam certas acções. Trezentos e sessenta e cinco corresponde ao número de dias no ano.

3 dos mandamentos negativos envolvem yehareg ve'al ya'avor, o que significa 'Uma pessoa deve se deixar ser morta ao invés de violar este mandamento negativo', e eles são: assassinato, idolatria e relações proibidas.

os “613”mandamentos, como se obtiveram:

*** Deuteronómio 33,4: “Moisés deu-nos uma lei, uma herança, para a assembleia de Jacob.”

Moisés transmitiu a “Torá” de D-us para o povo judeu.

O Talmud calcula que o valor numérico da palavra hebraica “TORÁ” é 611.

Os 2 primeiros dos 10 mandamentos, estão escritos na primeira pessoa, seriam esses os mandamentos que D-us entregou directamente aos judeus.

Os 613 mandamentos resultam da soma dos 611 com os 2 mandamentos vindos directamente de D-us.

*** As tzitzit ("franjas com nós") do talit ("xale de orações") estão conectadas aos 613 mandamentos por interpretação: o principal comentarista da Torá, Rashi, baseia o número de nós em uma gematria: a palavra tzitzit (hebraico: ציצת (bíblico), ציצית, como soletrado na Mishná) tem o valor 600. Cada nó tem oito fios (quando dobrados) e cinco jogos de nós, totalizando 13. A soma de todos os números é 613.

Assim o uso de uma vestimenta com tzitzit lembra seu usuário de todos os mandamentos da Torá.



*** Os dez mandamentos são igualmente são chamados de Assêret Hadibrot, cuja tradução correta será: "Dez Falas" ou "Dez Ditos", sendo que estes, são dez princípios que incluem toda a Torá e seus 613 preceitos, inclusive os dez.

As próprias letras de Assêret Hadibrot assim o demonstram. Os Dez Mandamentos são escritos com 620 letras significando que D-us deu no Monte Sinai os Dez Mandamentos que abrangem os 613 preceitos e as sete Leis de Nôach; 613 com 7 somam 620.

De notar que a soma dos números 6, 1 e 3, (de 613) totaliza dez ( Dez Mandamentos), mostrando também que as 613 mitsvot incluem os Dez Mandamentos.

Os mandamentos positivos ou mitzvot aseh:

1.Saber que existe a Divindade: "Eu sou Ado-nai, teu Deus…" (Ex 20:2; Dt 5:6).

2. Proclamar Sua unicidade: "Ado-nai é nosso Deus, Ado-nai é um". (Dt 6:4).

3. Amá-Lo: "Amarás a Ado-nai teu Deus…" (Dt 6:5).

4. Temê-Lo: "A Ado-nai teu Deus, temerás…" ( Dt 6:13).

5. Orar: "Servireis a Ado-nai, vosso Deus…" - o servir é a oração dirigida a Ele, conforme se vê através da "shemu'a". ( Ex 23:25).

6. Ligar-se a Ele: "A Ele te ligarás…" (Dt 10:20).

7. Jurar em Seu Nome: "Em seu nome, jurarás…" - Dt 10:20.

8. Parecer-se com Ele em suas boas e retas ações: "Andareis por seus caminhos…" - Dt 28:19.

9. Santificar Seu nome: "…Santificar-me-ei no meio dos filhos de Israel…" - Lv 22:32.

10. Recitar o "Shemah Israel" duas vezes a cada dia: "...falarás nelas, ao te deitares e ao te levantares." - Dt 6:7.

11. Estudar a Torá, e ensiná-la - "As ensinareis a teus filhos…" - Dt 6:7.

12. Colocar tefilin (filactérios) na cabeça: "…Estarão por adorno entre teus olhos! - Dt 6:8.

13. Colocar tefilin (filactérios) no braço. "Amarrá-las-ás sobre tua mão…" - Dt 6:8.

14. Fazer tzitzit (fímbrias ou borlas): "…e, farão para si fímbrias…" - Dt 22:12.

15. Colocar mezuzá (pergaminho contendo as duas primeiras partes do "Shemah Israel") nos umbrais das portas - Dt 6:9.

16. Reunir o povo para audiência da Torá na saída do ano sétimo: "...reúne o povo..." - Dt 31:12.

17. Escrever para si cada pessoa um "Sêfer Torá": "Escrevei para vós mesmos este cântico…" - Dt 31:19.

18. Escrever o rei um segundo Sêfer Torá para si mesmo, um a mais do que todas as pessoas, para que tenha dois livros da Torá: "…escreverá para si cópia desta Torá…" - Dt 8:10.

19. Bendizer após o alimento: "…comerás, te fartarás, e bendirás…” (Dt 8:10).

20. Construir um Templo: "…Farão para mim um Santuário…" - Ex 25:8.

21. Temer ao Templo: "…a meu Santuário, temereis…!" - Lv:19:30.

22. Vigiar o Templo sempre: "…Tu, e contigo, teus filhos, diante da Tenda do Testemunho…" - Nm 18:2.

23. Trabalhar o levita no Templo: "Trabalhará o levita…" - Nm 18:23.

24. Santificar o cohen mãos e pés antes do Serviço Sagrado: "Lavarão Aharon e seus filhos…" - Ex 30:19.

25. Preparar velas no Templo: "Prepará-lo-ão Aharon e seus filhos…" - Ex 27: 21.

26. Abençoar os cohanim ao povo de Israel: "Assim abençoareis aos filhos de Israel…" - Nm 6:23.

27. Ordenar perante Deus pão e libânio a cada semana: "Porás sobre a mesa, o pão…" - Ex 28:30.

28. Queimar o incenso duas vezes a cada dia: "Queimará Aharon sobre ele o incenso a cada dia…" - Ex 30:7.

29. Manter o fogo sempre aceso sobre o altar: "fogo perpétuo sobre o altar…" - Lv 6:6.

30. Levantar o resquício do carvão queimado de sobre o altar: "…erguerá a cinza…" - Lv 6:3.

31. Enviar os impuros do [meio do] acampamento da "Shekhiná" , isto é, do Templo: "Enviarão do acampamento todo o que tenha "tzará'at" e todo o que tenha fluxo, e todo o que esteja impuro…" - Nm 5:2.

32. Honrar aos descendentes de Aharon, dando-lhes o primeiro lugar em todo assunto de santidade: "Portanto, o santificarás…" - Lv 21:8.

33. Vestir os cohanim (sacerdotes da casta aarônica) para o Serviço Sagrado roupas sacerdotais - "... que tenhas roupas de santidade…" - Ex 28:2.

34. Transportar a arca sobre o ombro, quando necessitar ser transportada: "Sobre o ombro o levarão …" - Nm 7:9.

35. Ungir aos Cohanim Gedolim (lit.: sumos-sacerdotes) e aos reis com óleo de unção: "…óleo de unção santa…" - Ex 30:31.

36. Estar os cohanim (lit sacerdotes - desc. da casta aarônica) trabalhando no Templo por vigílias, e nos festivais, todos juntos: "Quando vier o levita…além das vendas de seu patrimônio." - Dt 18:6-8.

37. Impurificar-se os cohanim (lit.: sacerdotes - desc. da casta aarônica) por seus familiares, enlutando-se por eles, assim como os demais filhos de Israel, que são ordenados sobre o luto: "…Por ela se impurificará." - Lv 21:3.

38. Casar-se o Cohen Gadol (lit.: sumo-sacerdote) somente com virgem: "…Ele tomará para si uma moça virgem." - Lv 21:13.

39. Sacrificar todos os dias os sacrifícios chamados "tamid" (isto é, sacrifícios obrigatórios cotidianos -um pelo amanhecer, outro pelo entardecer ): "…Dois por dia, holocausto perpétuo…" - Nm 28:3.

40. Apresentar o Cohen Gadol "Minchá" (oferta) a cada dia: "…Esta é a oferta de Aharon e de seus filhos…"- Lv 6:13.

41. Acrescentar um sacrifício a cada Shabát: "…no dia de Shabát, dois carneiros …” - Nm 28:9.

42. Acrescentar um sacrifício a cada "rôsh chôdesh": "e no dia primeiro de teus meses…" - Nm 28:11.

43. Acrescentar um sacrifício na festividade do "Pêssach": "...por sete dias sacrificareis…" - Nm 28:10.

44. Apresentar a "minchá" (oferta) do 'omer no dia seguinte ao primeiro dia do "Pêssach" com um carneiro: "…Trareis o 'omer…"- Lv 23:10.

45. Aumentar um sacrifício no dia de 'atzêret: "E no dia das primícias…" - Nm 28:26.

46. Trazer o pão com os sacrifícios a ser apresentados no dia de 'atzêret: "Desde vossas habitações, trareis…" - Lv 23:17.

47. Aumentar um sacrifício em Rosh ha-Shaná: "No sétimo mês, no dia primeiro…"- Nm 29:1.

48. Aumentar um sacrifício no dia do jejum, i.e., no dia de kipur (expiação): "No décimo dia do sétimo mês…" - Nm 29:7, 8.

49. Realizar trabalho especial no Templo no dia de kipur (expiação): "Com isto virá Aharon ao Santuário: com um novilho…" - Lv 16:3 e continuação.

50. Aumentar um sacrifício na festividade de Sucôt: "Apresentareis um sacrifício 'olá…" -Nm 29:13.

51. Acrescentar um sacrifício no dia de Shemini 'Atzêret, por ser uma festa à parte: "No dia oitavo…" - Nm 29:35.

52. Festejar nos "Regalim" (as três festividades anuais nas quais costuma-se comparecer no Templo): "Três "Regalim" festejareis para mim…" - Ex 23:14.

53. Comparecer nos "Regalim" no Templo: "Três vezes ao ano ver-se-á cada um…" - Dt 16:16.

54. Alegrar-se nos "Regalim": "Alegrar-te-ás em tuas festas…" - Dt 16:14.

55. Sacrificar o sacrifício do Pêssach: "Degolá-lo-á todo o povo…" - Ex 12:6.

56. Comer o Pêssch assado na noite de 15 do mês de Nissan: "Comereis a carne…" - Ex 12: 8.

57. Fazer o segundo Pêssach: "No segundo mês, no dia catorze…" - Nm 9:11.

58. Comer o segundo Pêssach com "matzá" (pão ázimo) e "maror" (erva amarga): "Com "matzôt" e com "merorim" comé-lo-ão…" - Nm 9:11.

59. Fazer soar as Trombetas a cada sacrifício e nos períodos de angústia: "…e tocareis as trombetas…" - Nm 10:10.

60. Serem todos os sacrifícios de animais a partir do oitavo dia: "Do oitavo dia, em diante …" - Lv 22:27.

61. Serem todos os animais a serem sacrificados sem defeito: "sem defeito serão…" - Lv 22:21.

62. Salgar todos os sacrifícios: "Sobre todo sacrifício, sal…" - Lv 2:13.

63. Feitio do sacrifício "'olá": "Se for seu sacrifício 'olá…" - Lv 1:3. 64.

64. Feitio do sacrifício "ĥatát": "Esta é a lei do sacrifício ĥatát…" - Lv 6:18.

65. Feitio do sacrifício "acham": "Esta é a lei do sacrifício acham…" - Lv 7:1.

66. Feitio do sacrifício "shelamim": "Esta é a lei da degola dos shelamim…" - Lv 7:11.

67. Feitio do sacrifício "minchá": "E a alma que apresentar sacrifício minchá …" - Lv 2:1.

68. Trazer ao Bet Din um sacrifício, caso hajam cometido um erro na promulgação de alguma lei: "Se todo o povo de Israel errar…" - Lv 4:13.

69. Apresentar a pessoa que transgrediu um mandamento negativo sobre o qual incorre em pena de "carêt", caso haja transgredido inconscientemente: "quanto à alma que errar…" - Lv 5:1.

70. Apresentar a pessoa que tem dúvida se transgrediu um mandamento negativo sobre o qual deveria trazer um sacrifício "chatát", sendo este o chamado "asham talúi”: "E não soube, e achou-se culpado…trará seu sacrifício asham" - Lv 5:17, 18.

71. Apresentar a pessoa que transgrediu um mandamento negativo inconscientemente em casos de "me'ilá", roubo, ou com uma escrava designada para determinado escravo, ou que se desfez de certa garantia de empréstimo perante um Bet Din por juramento um sacrifício "Asham" - e é este o chamado "asham vadái" - no tratado Zebahim cp 5 Mishná 5 - e trouxeram vários versículos para tanto.

72. Sacrifício "'olê veiorêd" - "Caso não alcance sua mão…" - Lv 5:1-11.

73. Confessar perante Deus por toda transgressão que haja realizado, tanto no momento do sacrifício como não no momento do sacrifício: "E confessarão sua transgressão…" - Nm 5:6.

74. Apresentar o "zav" um sacrifício após estar purificado: "Quando estiver purificado o "zav"…" - Lv 15:13.

75. Apresentar a "zavá" um sacrifício após estar purificada: "Se estiver purificada…" - Lv 15:28.

76. Apresentar o "metzorá " um sacrifício após estar purificado: "...no dia oitavo, tomará…"Lv 14:10.

77. Apresentar a parturiente um sacrifício após estar purificada: "Ao completar-se os dias de sua purificação…" - Lv 12:6.

78. Dizimar os animais: "Toda dízima de bois e rebanhos…" - Lv 27:32.

79. Separar e sacrificar todo primogênito de animais puros: "Todo primogênito…" - Dt 15:19.

80. Redimir todo primogênito humano: "…redimirás todo primogênito…" - Nm 18:15.

81. Redimir o primeiro dentre os nascidos da besta: "…redimí-lo-ás com um carneiro…" - Ex 34:20.

82. Decapitá-lo, caso não o redima: "…se não o redimires, decapitá-lo-ás." - Ex 34:20.

83. Trazer todos os sacrifícios sobre os quais se obrigara, ou se comprometera no primeiro dos três festivais anuais com o qual se deparar: "Ali virás, e ali trarás…"- Dt 12:5,6.

84. Sacrificar todos os sacrifícios unicamente no Templo: "Ali farás …" - Dt 12: 14

85. Cuidar do transporte dos sacrifícios do exterior da Terra de Israel, para o Templo: "Tão somente tuas cousas santificadas que tiveres, e tuas promessas tomarás, e virás…" - Dt 12:26 - através da Shemu'á sabemos que trata-se de sacrifícios de fora da Terra de Israel.

86. Redimir os animais designados a serem sacrificados que tenham algum defeito, para que sejam permitidos para alimentação geral: "…conforme todo desejo de tua alma comerás… o puro e o impuro, dela comerá, como se come veado e o cervo" - Dt 12:15. Através da Shemu'á sabemos que se refere ao caso de animais designados a ser sacrificados que, por defeito que tenham, não podem ser.

87. Ser sagrado o substituto do sacrifício: "…será que ele e seu substituto serão sagrados…" - Lv 27:33.

88. Comer os cohanim os restojos do sacrifício minchá: "Suas sobras comerão Aharon e seus filhos…" - Lv 6:9.

89. Comer a carne dos sacrifícios "chatat" e "acham": "Comê-las-ão, as que através delas tenham obtido expiação…" - Lv 29:33.

90. Incinerar a carne dos sacrifícios que se impurificou: "…quanto à carne na qual toque qualquer impuro…" Lv 7:19.

91. Queimar o resto dos sacrifícios: "…o que ficar da carne do sacrifício, no terceiro dia queimar-se-á…" - Lv 7:17.

92. O "nazir", que deixe crescer seu cabelo: "…deixará crescer o cabelo de sua cabeça…" - Nm 6:5.

93. Raspar o "nazir" sua cabeça ao trazer seu sacrifício, completando seus dias de "nazir", ou dentro deles, caso haja-se impurificado: "…caso morra sobre ele alguém de sua família…" - Nm 6:9.

94. Cumprir toda pessoa tudo o que houverem pronunciado seus lábios, seja em concernência aos sacrifícios, esmola, e assim por diante: "O que saíra de teus lábios, guardarás; e cumprirás" - Dt 23:4.

95. Julgar todos os casos de desfeita de juramentos conforme os juízos trazidos na Torá.

96. Ser impuro todo o que tocou em "nevelá": "quando morrer algum animal…" - Lv 11:39.

97. Serem oito os seres impurificadores. "Estes serão para vós impuros…" - Lv 11:29.

98. Serem os alimentos aptos para receber impureza: "…de todo alimento…" - Lv 11:34.

99. Ser impura a mulher em estado de "nidá", podendo também impurificar.

100. Ser a parturiente impura como "nidá".

101. Ser o "metzor'á" impuro e impurificador.

102. Estar a roupa atingida pela "neg'á", impura e impurificante.

103. Estar a casa atingida pela "neg'á" impura e impurificadora.

104. Ser o "zav" impurificador.

105. Ser o derramamento de sêmem impurificador.

106. Estar a "zavá" impurificadora.

107. Ser o morto impurificante.

108. Ser "águas de nidá" impurificadoras para quem estiver puro e purificadoras para quem estiver impuro somente no caso de contato com algum morto. A maior parte dos pormenores destas leis de pureza e impureza já estão expressas na Torá Escrita.

109. Ser o sistema de purificação para todos os casos de impureza imersão em águas - "…lavará em águas toda sua carne …" - Lv 51:16. Através da "Shemu’á": este 'lavar' é levantar-se todo o corpo da água de uma só vez.

110. Ser a purificação da "tzará'at", tanto de seres humanos como de casas, por intermédio de madeira de cedro, hissopo, "shani tolá'at" e dois passarinhos e água viva: "Esta é a lei do "metzor'á:…" - Lv 14:2.

111. Estar o "metzor'á" totalmente depilado: "Será que no sétimo dia, depilar-se-á …" - Lv 14:9.

112. Estar o "metzor'á reconhecido por todos através das coisas que estão ditas a seu respeito: suas roupas estarão descosturadas, sua cabeça estará pelada, e deverá cobrir o rosto até o bigode com sua veste, devendo gritar: "tamê, tamê! " ("impuro, impuro!"). - Lv 13:45. Similarmente, todos os demais impuros precisam fazer que saibam de seu estado.

113. Fazer com que esteja pronta para o uso a cinza da vaca vermelha: "Será para a congregação dos filhos de Israel…" - Nm 19:9.

114. (Promessa ao Templo) Dar o que valorizou certa pessoa sobre outra ou sobre si mesma, o preço que valha a pessoa de acordo com o que está na Torá: "O homem que jurar…" - Lv 27:2.

115. (Promessa ao Templo) Dar o que valorizou determinado animal impuro, seu valor, de acordo com o preço estabelecido na Torá: "…apresentará o animal…" - Lv 27:11.

116. (Promessa ao Templo) Dar sobre a própria casa o que avaliou o cohen : "…estabelecerá o cohen seu valor…" - Lv 27:14.

117. (Promessa ao Templo) Aquele que ofereceu seu campo para o Santuário, que dá seu valor de acordo com o estabelecido na Torá: "…será seu valor de acordo com sua sembra…" - Lv 27:16.

118. Pagar o que inconscientemente transgrediu o mandamento que proíbe a utilização de coisas santificadas seu valor estabelecido na Torá, acrescendo ao valor sua quinta parte: "…o que tirou do que é santificado, pagará…" - Lv 5:17.

119. Ser todo o produto de plantação sagrado em seu quarto ano (neta' revá'i): "…será todo seu fruto santidade de louvores…" - Lv 19:24.

120. Deixar um canto do campo ("peá") sem colher para os pobres.

121. Deixar o que caiu ("lêqet") durante a colheita para os pobres.

122. Deixar o feixe esquecido ("shekhehá") durante a colheita para os pobres.

123. Deixar cachos de uva ("'olelôt") no parral para os pobres.

124. Deixar parte do parral ("pêret") para os pobres.

125. Trazer as primícias ao Templo: "…primícias do principal do fruto de tua terra…" - Ex 23:19.

126. Separar "terumá guedolá" - a oferta aos cohanim - de cada fruto da colheita: "…o princípio de tua colheita dar-lhe-ás…" - Dt 18:4.

127. Separar a dízima de cada fruto da colheita ("ma'asser levi") para o levita: "…toda a dízima da terra…" - Lv 27:30.

128. Separar a dízima de cada fruto da colheita para ser comido por seu dono em Jerusalém - Dt 14:22. Pela "shemu’á" sabemos que este verso refere-se ao "ma'asser sheni" (segunda dízima), que é comido pelo próprio dono em Jerusalém.

129. Estarem os levitas separando a dízima do que foi recebido por eles dos demais israelitas, entregando-a ao cohen: "…quanto aos levitas, dirás…"- Nm 18:27.

130. Separar a dízima de cada fruto da colheita para o pobre nos anos terceiro e sexto ("ma'asser 'ani") em lugar da dízima do levita ("ma'asser levi"): "…ao fim de cada três anos, tirarás toda dízima de tua colheita…" - Dt 14:28.

131. Confessar o "vidúi ma'asser": "…direis perante Ado'nai teu Deus: '-Tirei todo o santificado de casa…' " - Dt 26:13.

132. Recitar sobre as primícias: "…responderás, e dirás diante de Ado'nai teu Deus:…" - Dt 26:5.

133. Separar a "ĥalá" - parte da massa dos cereais - para o cohen: "Da primícia de vossa farinha…" - Nm 15:20.

134. Descansar a terra no sétimo ano (shemitá): "…no sétimo ano…" - Ex 23:11.

135. Descansar do trabalho da terra: "…de arar e colher, descansarás…" - Ex 34:21.

136. Santificar o quinquagésimo ano com descanso, como o sétimo "…santificareis o ano quinquagésimo…" - Lv 25:10.

137. Fazer soar o toque do shofar ao quinquagésimo ano: "…fareis passar shofar…" - Lv 25:9.

138. Redimir a terra no ano quinquagésimo: "… em toda a terra…" - Lv 25:24.

139. Ser o redimir das casas construídas em cidades muradas até um ano: "E, o homem que vender sua casa…" Lv 25:29.

140. Contar os anos de "iovel" (quinquagésimo ano) e "shemitá" (sétimo ano): "…contarás para ti sete…" - Lv 25:8.

141. Desfazer-se das dúvidas contraídas para consigo no ano sétimo: "…todo o que emprestou…" - Dt 15:2.

142. Cobrar do estranho: "…do estrangeiro, exigirás; quanto à dívida de teu irmão, deixá-la-ás,…" - Dt 51:3.

143. Dar ao cohen a pata dianteira, a cara e o estômago do animal - Dt 18:3.

144. Dar ao cohen a primícia da tosquia: "… o princípio de tua tosquia, dar-lhe-ás…" - Dt 18:4.

145. Julgar os casos de "cherem" (coisas dedicadas sob juramento), sejam deles para Deus, ou para o cohen: "…tudo o que dedicar alguém a Deus…" - Lv 27:28.

146. Degolar o animal e a ave, para que estejam apropriados para a alimentação: "…degolarás de teu gado bovino e ovino…" - Dt 12:21.

147. Cobrir o sangue de animais campestres e da ave com terra, após a degola: "…cobrindo-o com terra…" - Lv 17:13.

148. Enviar do ninho o pássaro-mãe: "…enviarás a mãe…" - Dt 22:7.

149. Verificar sinais dos animais, discernindo entre o puro e o impuro: "…esses serão os animais que serão comidos…" - Lv 11:2.

150. Verificar sinais das aves, discernindo entre a pura e a impura: "Todo pássaro…" - Dt 14:11.

151. Verificar sinais dos gafanhotos, discernindo entre o puro e o impuro: Lv 11:21.

152. Verificar sinais dos peixes, discernindo entre o puro e o impuro: "Estes comereis, de tudo quanto há nas águas…" - Lv 11:9.

153. Determinar os meses, calculando anos e meses somente em tribunais: "Este mês será para vós o primeiro dentre os meses…" - Ex 12:2.

154. Descansar no dia de Shabát: "…no dia sétimo, descansareis…" - Ex 23:12.
155. Santificar o dia de Shabát: "Lembra-te do dia de Chabát para o santificar…" - Ex 20:8.

156. Exterminar o chamêtz (fermento dos cinco cereais) antes da festividade de Pêssach: "No primeiro dia, exterminareis…" - Ex 12:15.

157. Relatar sobre a saída do Egito na primeira noite de Pêssach: "Contarás a teu fiho naquele dia …" - Ex 13:8.

158. Comer matzá (pão ázimo) na primeira noite: "…ao anoitecer, comereis matzôt…" - Ex 12:18.

159. Descansar no primeiro dia da festividade de pêssach: "no primeiro dia,…" - Ex 12:16.

160. Descansar no sétimo dia da festividade de pêssach: "…e no dia sétimo,…" - Ex 12:16.

161. Contar desde o primeiro dia de colheita do 'ômer 49 dias: "Contareis para vós no dia seguinte…" - Lv 23:15.

162. Descansar no quinquagésimo dia após o primeiro dia de pêssach: "…declarareis esse mesmo dia…" - Lv 23:21.

163. Descansar no primeiro dia do sétimo mês (rôsh ha-shaná): "…no primeiro do mês, será para vós…" - Lv 23:24.

164. Jejuar no dia décimo desse mês (iom kipur): "…no décimo dia do mês angustiareis …" – Lv 15:29.

165. Descansar no dia deste jejum - Lv 16:31.

166. Descansar no primeiro dia da festividade de sucôt (cabanas): "…no primeiro dia…" - Lv 23:35.

167. Descansar no oitavo dia desta festividade: "…o oitavo dia, será…" - Lv 23:36.


168. Habitar na "sucá"(cabana) por sete dias - Lv 23:42.

169. Levantar (nesta festividade) por suas mãos as quatro espécies ("netilat lulav" ), que são: folhas de tamareira, folhas de salgueiro, folhas de mirta e uma cidra (o fruto). - Lv 23:40.

170. Ouvir o toque do shofar em rosh ha-Shaná: "...dia de sonido de shofar será para vós…" - Nm 29:1.

171. Dar a metade de um siclo ("shêqel" - dinheiro da época da Torá) a cada ano - Ex 30:13.

172. Escutar tudo o que disser um profeta em qualquer geração, desde que não aumente nem diminua o que está na Torá: "…a ele ouvireis…" - Dt 18:15.

173. Entronar um rei sobre o povo de Israel: "…entronareis sobre vós um rei…" - Dt 17:15.

174. Ouvir tudo o que disser o Bet Din ha-Gadol (Sanedrin): "…de acordo com o juízo que eles te disserem, farás…" - Dt 17:11.

175. Seguir a maioria, caso haja discussão no Sanedrin em algum pormenor de alguma lei :"…após a maioria, para entornar." - Ex 23:2.

176. Nomear juízes e policiais para toda comunidade israelita: "Juízes e policiais…" - Dt 17:18.

177. Equiparar os indivíduos a serem julgados em questões pendentes entre si quando se encontrem perante o tribunal: "…com justiça julgarás…" - Lv 19:15.

178. Testemunhar no tribunal quem tiver testemunho de algo: "…e ele é testemunha, ou viu ou soube…" - Lv 5:1.

179. Inquirir muitíssimo as testemunhas: "Averiguarás e inquirirás, e perguntarás bem…" - Dt 13:15.

180. Fazer com as falsas testemunhas o que buscaram causar a sua vítima no julgamento: "…fareis a ele o que intentou fazer…" - Dt 19:19.

181. Decapitar a novilha conforme seu preceito: "…decapitarão a égua junto ao ribeiro…" - Dt 21:4.

182. Preparar seis cidades de refúgio para que nelas se refugie o homicida inconsciente: "…prepara teu caminho…" - Dt 19:3.

183. Dar aos levitas cidades para que nelas habitem, sendo também elas refúgio: "…darão aos levitas cidades…" - Nm 35:2.

184. Construir um pretil :"…construirás um pretil para teu teto…" - Dt 22:8.

185. Destruir a idolatria e tudo e todo o que lhe for servidor: "…destruirás…" - Dt 12:2.

186. Matar os habitantes da cidade desviada ('ir nidáĥat) e queimá-la: "…e queimarás a cidade por fogo, com tudo o que nela há…" - Dt: 13:17.

187. Destruir os sete povos (os cananeus) da Terra de Israel - Dt 20:17.

188. Destruir toda a descendência de 'Amaleq: "…apagarás a memória de 'Amaleq…" –

189. Lembrar o que nos fez 'Amaleq, sempre: "Lembra do que te fez 'Amaleq…" - Dt 13:17.

190. Fazer a guerra permissiva de acordo com o escrito na Torá: "Quando te aproximares de alguma cidade…" - Dt 20:10.

191. Ungir um cohen para a guerra: "E será, quando te aproximares da guerra, aproximar-se-á o cohen…" - Dt 20:2.

192. Preparar um local no acampamento para necessidades fisiológicas: "…um local terás fora do campamento…" - Dt 23:13.

193. Preparar um instrumento pequeno para cavar: "Uma cunha terás…" - Dt 23:14.

194. Devolver o roubo: "…devolverá o roubo…" - Lv 5:23.

195. Dar esmola: "Abrirás tua mão…" - Dt 15:8.

196. Dar presente ao escravo hebreu - bem como à escrava hebréia - Dt 15:14.

197. Emprestar ao pobre: "…se prata emprestares a meu povo…" - Ex 22:24.

198. Emprestar para o estrangeiro por juros - Dt 23:21 - pela Shemu'á sabemos ser um mandamento.

199. Devolver o objeto dado como garantia para seu respectivo dono: "…devolver-lhe-ás…" - Dt 24:13.

200. Pagar o salário do trabalhador a seu tempo: "…em seu dia, darás seu pagamento." - Dt 27:15.

201. Que possa o assalariado comer durante o tempo em que está empregado: "…quando venhas ao parral de teu irmão…" - Dt 23:25-26.

202. Tirar a carga de cima de outro israelita, ou de sobre seu animal - Ex 23:5.

203. Erguer a carga de outro israelita, colocando-a sobre ele, auxiliando-o, bem como sobre seu animal - Dt 22: 4.

204. Devolver um objeto perdido: "devolvê-lo-ás a teu irmão." - Dt 22:1.

205. Amar todos os filhos do pacto: "Amarás a teu irmão como a ti mesmo…" - Lv 19:17.

206. Exortar ao que erra: "...exortarás a teu irmão sem levar sobre ti culpa por ele..." - Lv 19:17.

207. Amar ao convertido ao pacto: "Amarás ao peregrino…" - Dt 10:19.

208. Fazer justas as balanças e pesos - Lv 19:36.

209. Honrar aos sábios da Torá: "…diante da velhice, levanta-te…" - Lv 19:32.

210. Honrar pai e mãe: "Honra a teu pai e a tua mãe…" - Ex 20:12.

211. Temer pai e mãe: "Cada um, tema a seu pai e a sua mãe…" - Lv 19:3.

212. Frutificar e multiplicar - Gn 9:7.

213. Ter relações somente através de "qidushin": "Quando tomar um homem mulher…" - Dt 24:1.

214. Alegrar o noivo sua (nova) esposa por um ano - Dt 24:5.

215. Circuncidar o filho: "…no dia oitavo, cortará a carne de seu prepúcio." - Lv 12:3.

216. Tomar a esposa do irmão que falecera sem filhos ("ibum") - Dt 24:5.

217. Descalçar a mulher do irmão falecido o sapato do que deve tomá-la para si perante um tribunal, caso não aceite tomá-la, deixando-a livre para casar-se com quem quer que seja.: "…tirará seu sapato de seu pé…" - Dt 25:9.

218. Quem forçou uma moça a ter relações consigo, tomá-la por esposa: "...para ele será por mulher..." - Dt 22:29.

219. Ficar o que inventou falsidades sobre sua esposa com ela para sempre, sem direito a divórcio: "…não poderá enviá-la por todos seus dias." - Dt 22:19.

220. Condenar o sedutor a pagar 50 sheqalim bem como julgá-lo de acordo com os demais pormenores desta lei. - Ex 22:15.

221. Fazer com a mulher conquistada durante a guerra conforme o que está escrito na Torá: "…verás no meio dos presos de guerra uma mulher bonita…" - Dt 21:11.

222. Divorciar por documento: "…escreverá para ela…" - Nm 24:1.

223. Fazer com a "sotá" (mulher sobre a qual recai suspeita de adultério) conforme o escrito na Torá: "…fará a ela o cohen…" - Nm 5:30.

224. Castigar os iníquos com açoites: "…derrubá-lo-á o juiz, e o golpeará…" - Dt 25:2.

225. Enviar para o exílio numa das cidades de refúgio o assassino não intencional, morando lá até o falecimento do Cohen Gadol: "…viverá nela até morrer o Cohen…" - Nm 35:25.

226. Matar o Sanedrin os condenados com "Sêif" - (tipo de espada oriental): "…vingará…" - Ex 21:20.

227. Matar o Sanedrin os condenados por enforcamento: "…morrerão o adúltero e a adúltera…" - Lv 20:10.

228. Matar o sanedrin por queimamento: "…em fogo queimarão tanto a ele como a elas…" - Lv 20:14.

229. Matar o Sanedrin por apedrejamento: "…apedrejá-lo-eis…" - Dt 22:14.

230. Pendurar o cadáver daquele que, pela Torah, incorre nesta pena: "…pendurá-lo-ás num madeiro…" - Dt 21:22.

231. Enterrar o condenado no mesmo dia: "…sepultá-lo-ás naquele mesmo dia…" - Dt 21:23.

232. Julgar o escravo hebreu segundo os pormenores prescritos a seu respeito: "Quando adquirires um escravo hebreu…" - Ex 21:2.

233. Comprometer para casamento a escrava hebréia: "…que para si destinou-a…e, se para seu filho…" - Ex 21:8,9.

234. Redimir a escrava hebréia: "…redimi-la-ás…" - Ex 21:8.

235. Escravizar o escravo cananeu para sempre: "…para sempre os dominareis para escravidão…" - Lv 25:46.

236. Pagar o que golpeou outro israelita com dinheiro, de acordo com o que haja feito: "…quando contenderem dois homens, e golpear um deles…" - Ex 21:18.

237. Julgar prejuízos de animais, ou do que se assemelhe: "…quando o boi de alguém ferir o boi de outro…" - Ex 21:35.

238. Julgar prejuízos de um buraco aberto, ou do que se assemelhe a isto: "Quando alguém cavar um buraco…" - Ex 21:33.

239. Condenar o ladrão a pagar ou à morte, em casos de seqüestro: "Quando roubar…" - Ex 21:37; 22:1 - "Aquele que sequestrou alguém e o vendeu…" - Ex 21:16.

240. Julgar prejuízos de queima (e seus derivados): "Quando alguém incendiar um campo, ou um parral…" - Ex 22:4.

241. Julgar prejuízos do fogo (e derivados): "Quando sair um fogo, e encontrar espinhos…" - Ex 22:5.

242. Julgar o caso de "shomer chinam - i.e., alguém sob cuja guardia encontrava-se algo, sem que se fizesse responsável por aquilo deliberadamente: "Quando der alguém a outro dinheiro ou utensílios para guardar…" - Ex 22:6.

243. Julgar os casos de "shomer sakhar" (quem guarda algo por pagamento ou se fez responsável por aquilo, comprometendo-se) e "sokher" (quem alugou algo): "Quando der alguém a outro um burro ou um boi…" - Ex 22:9.

244. Julgar o caso do "shoel" - i.e., quem tomou algo de alguém emprestado para uso: "Quando alguém pedir de outro…" - Ex 22:13.

245. Julgar casos de comércio: "Quando algo venderdes a alguém…" - Lv 22:14.

246. Julgar casos de "to'en ve nit'an": "…Sobre todo caso culposo…" - Ex 22:8.

247. Livrar o indivíduo perseguido de seu perseguidor, mesmo à custa da vida do perseguidor - Dt 25:12.

248. Julgar os casos de herança da Terra: "Quando morrer um homem, e não tiver filho…" - Nm 27:11.



Os mandamentos negativos ou mitzvot taaseh:

1. Crer ou atribuir algo à deidades e não à Ele

2. Fazer imagens com propósito de adoração

3. Fazer ídolos para outros adorarem

4. Fazer figuras humanas

5. Curvar-se à um ídolo

6. Adorar ídolos

7. Oferecer nossos descendentes à Moloque

8. Praticar a feitiçaria do OB

9. Praticar a feitiçaria do YIDDEONI

10. Estudar práticas idólatras

11. Erigir uma coluna a qual o povo se reunirá para honrar

12. Fazer figuras de pedra para prostrar-nos à elas

13. Plantar árvores dentro do Santuário

14. Jurar por um ídolo

15. Convocar o povo para a idolatria

16. Procurar persuadir um israelita à adorar ídolos

17. Amar uma pessoa que procura induzir ao erro da idolatria

18.Relaxar a aversão ao enganador

19. Salvar a vida do enganador

20. Defender contra o enganador

21. Reprimir evidências que são desfavoráveis ao enganador

22. Beneficiar-se dos ornamentos que adornam um ídolo

23. Reconstruir uma cidade apóstata

24. Tirar benefícios de uma propriedade de uma cidade apóstata

25. Aumentar nossa saúde com algo ligado à idolatria

26. Profetizar em nome de um ídolo

27. Profetizar falsamente

28. Ouvir profecia de quem profetiza em nome de um ídolo

29. Ter piedade de um falso profeta

30. Adotar hábitos e costumes dos incrédulos

31. Praticar adivinhação

32. Guiar nossa conduta pelas estrelas

33. Praticar a arte da adivinhação

34. Praticar a bruxaria

35. Praticar a arte dos encantamentos

36. Consultar o necromante que usa o OB

37. Consultar uma bruxa que usa a YIDOA

38. Buscar informações dos mortos

39. Mulher usando roupas e adornos de homens

40. Homem usar roupas e adornos femininos

41. Fazer qualquer marca sobre seu corpo

42. Usar vestes de lã e linho

43. Cortar as têmporas de nossas cabeças

44. Cortar a barba

45. Fazer ferimentos na própria carne

46. Fixar-se na terra do Egito

47. Aceitar opiniões contrárias daqueles que ensinam a Torah

48. Fazer aliança com as sete nações de Canaã

49. Falhar em observar a lei concernente às sete nações

50. Mostrar misericórdia aos idólatras

51. Suportar os idólatras habitando em nossa terra

52. Casar-se com os heréticos

53. Casar-se com mulheres moabitas e amonitas

54. Excluir os descendentes de Esaú

55. Excluir os descendentes dos egípcios

56. Oferecer paz à Amon e Moabe

57. Destruir árvores frutíferas durante a colheita

58. Temer os hereges em tempo de guerra

59. Esquecer o que Amaleque fez contra nós

60. Blasfemar o Grande Nome

61. Violar O SHEBUAT BITTUI

62. Jurar pelo SHEBUAT SHAV

63. Profanar o nome de Deus

64. Por à prova suas promessas e admoestações

65. Destruir lugares de adoração

66. Deixar o corpo de um criminoso pendurado após a execução

67.Interromper o zelo pelo santuário

68. O Sumo Sacerdote entrar no santuário a qualquer hora, mas não no tempo certo

69. Um sacerdote com defeito entrar em qualquer parte do Santuário

70. Um sacerdote com defeito ministrar no santuário

71. Um sacerdote com defeito temporário ministrar no santuário

72. Os levitas e sacerdotes executando os serviços distribuídos uns dos outros

73. Entrar no santuário ou decidir sobre qualquer lei da Torah enquanto contaminado

74. Um ZAR ministrando no Santuário

75. Um sacerdote impuro ministrando no Santuário

76. Um sacerdote que é TEVUL YOM ministrando no santuário

77. Um imundo entrar em qualquer parte do santuário

78. Um imundo entrar no campo dos levitas

79. Construir um altar de pedras lavradas

80. Subir ao altar com os pés

81. Extinguir o fogo do altar

82. Oferecer qualquer sacrifício sobre o altar de Ouro

83. Fazer óleo como o óleo da unção

84. Ungir outro a não ser o Sumo Sacerdote com o óleo da unção preparado por Moisés

85. Fazer incenso como aquele usado no Santuário

86. Remover as varas dos anéis da Arca

87. Remover o peitoral do Éfode

88. Rasgar as beiradas da túnica do Sumo sacerdote

89. Oferecer qualquer sacrifício fora do Santuário

90. Matar qualquer das santas ofertas fora do santuário

91. Dedicar animais imundos para serem oferecidos sobre o altar

92. Matar animais defeituosos para o sacrifício

93. Espalhar o sangue de animais com defeito sobre o altar

94. Queimar as porções sacrificiais de um animal com defeito sobre o altar

95. Sacrificar um animal com defeito temporário

96. Oferecer animal defeituoso de um gentio

97. Tornar uma oferta imunda

98. Oferecer fermento ou mel sobre o altar

99. Oferecer um sacrifício sem sal

100. Oferecer sobre o altar o salário de uma prostituta ou o preço de um cão

101. Sacrificar a mãe e seu filho no mesmo dia

102. Colocar azeite na oferta de um pecador

103. Trazer incenso com a oferta de um pecador

104. Misturar óleo de oliva com a oferta de uma pessoa suspeita de adultério

105. Colocar incenso na oferta de uma pessoa suspeita de adultério

106. Trocar um animal imundo que foi consagrado como uma oferta

107. Trocar a oferta santa por outra

108. Redimir o primogênito de um animal limpo

109. Vender o dízimo do gado

110. Vender uma propriedade consagrada

111. Redimir uma oferta consagrada sem uma declaração de propósito

112. Cortar a cabeça de um pássaro de uma oferta pelo pecado durante MELIKAH

113. Fazer qualquer trabalho com um animal dedicado

114. Tosar um animal dedicado

115. Sacrificar a oferta e Páscoa tendo ainda pão fermentado em mãos

116. Deixar as porções sacrificiais da Páscoa oferecidas na noite anterior

117. Deixar algumas das comidas consagradas da Páscoa sobrarem até ao amanhecer

118. Deixar algumas das comidas consagradas da Festa em quatorze de Nisam sobrar até o terceiro dia.

119. Deixar algumas das comidas consagradas da segunda Páscoa sobrarem até ao amanhecer

120. Deixar algumas das comidas das ofertas de Ações de Graças sobrarem até ao amanhecer

121. Quebrar qualquer dos ossos da oferta de Páscoa

122. Quebrar qualquer dos ossos da segunda oferta de Páscoa

123. Tirar a oferta de Páscoa de onde ela está para comê-la

124. Confeitar a sobra da oferta de manjares com fermento

125. Comer a oferta de Páscoa cozida ou cru

126. Permitir um GER TOSHAB comer a oferta de Páscoa

127. Um incircunciso comer a oferta de Páscoa

128. Permitir a um israelita apóstata comer a oferta de Páscoa

129. Uma pessoa impura comer comida consagrada

130. Comer comida das ofertas consagradas que se tornaram impuras

131. Comer NOTHAR

132. Comer PIGGUL

133. Um ZAR comer TERUMAH

134. Um inquilino ou servo do sacerdote comer TERUMAH

135. Um sacerdote incircunciso comer TERUMAH

136. Um sacerdote impuro comer TERUMAH

137. Um HCLALAH comer comida santa

138. Comer a oferta de manjares de um sacerdote

139. Comer comida de oferta pelo pecado cujo sangue tenha sido trazido dentro do santuário

140. Comer ofertas consagradas inválidas

141. Comer o segundo dízimo não remido do grão fora de Jerusalém

142. Consumir o segundo dízimo não remido do vinho fora de Jerusalém

143. Consumir o segundo dízimo não remido do óleo fora de Jerusalém

144. Comer uma primícia imaculada fora de Jerusalém

145. Comer a oferta pelo pecado e a oferta pela culpa fora do pátio do santuário

146. Comer comida da oferta queimada

147. Comer as santas ofertas menos importantes antes de espargir seu sangue sobre o altar

148. Um sacerdote comer primícias fora de Jerusalém

149. Um ZAR comer as ofertas mais santas

150. Comer algo não remido e impuro do segundo dízimo, ainda que em Jerusalém

151. Comer o segundo dízimo durante o luto

152. Gastar dinheiro do resgate do segundo dízimo, exceto com comida e bebida

153. Comer TEVEL

154. Alterar as ordens prescritas para a dízima da colheita

155. Atrasar no pagamento de votos

156. Vir à Festa sem um sacrifício

157. Infringir qualquer obrigação oral, mesmo comprometendo-se sem um voto

158. Um sacerdote casar-se com uma ZONAH

159. Um sacerdote casar-se com uma CHALALAH

160. Um sacerdote casar-se com uma mulher divorciada

161. Um sacerdote casar-se com uma mulher viúva

162. Um sacerdote Ter relações com uma viúva

163. Sacerdotes com os cabelos despenteados entrarem no Santuário

164. Sacerdotes usando roupas alugadas entrarem no Santuário

165. Sacerdotes ministrantes deixarem o Santuário

166. Um sacerdote comum manchar-se por qualquer pessoa morta, exceto aquelas prescritas nas Escrituras

167. Um sacerdote estar sob o mesmo teto com um corpo morto

168. O sumo sacerdote manchar-se por qualquer pessoa morta

169. Levitar adquirirem um pedaço de chão na terra de Israel

170. Levitas dividirem os despojos da conquista na terra de Israel

171. Arrancar os cabelos de um morto

172. Comer um animal impuro

173. Comer qualquer peixe impuro

174. Comer qualquer ave impura

175. Comer qualquer inseto saltitante alado

176. Comer qualquer coisa que enxameia a terra

177. Comer qualquer coisa rastejante que reproduz-se em material apodrecido

178. Comer criaturas vivas que reproduzem-se em sementes ou frutas

179. Comer qualquer coisa de enxame

180. Comer NEVELAH

181. Comer TEREFAH

182. Comer um pedaço de uma criatura viva

183. Comer um GID HÁ-NASHEH

184. Comer sangue

185. Comer a gordura de um animal limpo

186. Cozer carne no leite

187. Comer carne cozida no leite

188. Comer carne de um boi apedrejado

189. Comer pão feito do grão da nova safra

190. Comer grão tostado do grão da nova safra

191. Comer espigas frescas do grão

192. Comer ORLAH

193. Comer KILAI HÁ-KEREM

194. Beber YAIN NESECH

195. Comer e beber em excesso

196. Comer no Yom Kippur

197. Comer fermento durante a Páscoa

198. Comer qualquer coisa contendo fermento durante a Páscoa

199. Comer fermento depois do meio dia do dia quatorze de Nisan

200. Fermento ser encontrado em nossas casas durante a Páscoa

201. Possuir fermento durante a Páscoa

202. Um nazireu beber vinho

203. Um nazireu comer uvas frescas

204. Um nazireu comer uvas secas

205. Um nazireu comer as sementes de uvas

206. Um nazireu comer as folhas secas de uvas

207. Um nazireu contaminar-se por um morto

208. Um nazireu contaminar-se por entrar numa casa contendo um defunto

209. Um nazireu barbear-se

210. Colher toda a safra

211. Colher espigas de milho que caiam durante a colheita

212. Recolher todo o produto da vinha no tempo da vindima

213. Recolher as uvas caídas durante a vindima

214. Retornar por um feixe esquecido

215. Semear KILAYIM

216. Semear grãos ou vegetais na vinha

217. Acasalar animais de diferentes espécies

218. Trabalhar com dois tipos de animais diferentes

219. Impedir o animal de comer o produto enquanto ele está trabalhando

220. Cultivar o solo no sétimo ano

221. Podar árvores no sétimo ano

222. Colher o que nasceu voluntariamente no sétimo ano como num ano comum

223. Juntar o que nasceu como num ano comum

224. Cultivar o solo no Ano do Jubileu

225. Colher os renovos no Ano do Jubileu como num ano comum

226. Juntar o fruto do Ano do Jubileu como num ano comum

227. Vender nossas propriedades em Israel perpetuamente

228. Vender as terras abertas dos levitas

229. Desamparar os levitas

230. Exigir pagamento de débitos depois do Ano Sabático

231. Reter o empréstimo a ser cancelado no Ano Sabático

232. Falhar em ajudar nossos próprios irmãos

233. Mandar embora um escravo judeu de mãos vazias

234. Exigir pagamento de um devedor que sabe-se não poder pagar

235. Emprestar por interesse

236. Tomar emprestado por interesse

237. Participar de um empréstimo por interesse

238. Oprimir um empregado atrasando o pagamento de seus salários

239. Tomar garantia de um devedor à força

240. Manter em garantia algo necessário à seu próprio dono

241. Tomar garantia de uma viúva

242. Tomar em garantia utensílios de cozinha

243. Raptar um israelita

244. Roubar dinheiro

245. Cometer furto

246. Alterar fraudulosamente os limites da terra

247. Usurpar nossos débitos

248. Repudiar nossos débitos

249. Jurar falsamente para repudiar um débito

250. Enganar um outro nos negócios

251. Enganar um outro na conversa

252. Enganar um prosélito na conversa

253. Enganar um prosélito nos negócios

254. Entregar um escravo fugitivo

255. Enganar um escravo fugitivo

256. Negociar asperamente com órfãos e viúvas

257. Empregar um escravo hebreu em trabalhos degradantes

258. Vender um escravo hebreu em audiência pública

259. Empregar um escravo hebreu em trabalho desnecessário

260. Permitir maus tratos a um escravo hebreu

261. Vender uma escrava hebréia

262. Afligir o esposo de uma escrava hebréia

263. Vender uma mulher cativa

264. Escravizar uma mulher cativa

265. Planejar adquirir a propriedade de outro

266. Cobiçar os pertences de outros

267. Um trabalhador alugado comer grão em crescimento

268. Um trabalhador alugado colocar em seus próprios vasos a colheita

269. Ignorar propriedade perdida

270. Deixar uma pessoa capturada

271. Enganar em pesos e medidas

272. Ter falsos pesos e medidas

273. Um juiz cometer injustiças

274. Um juiz aceitar presentes do litigantes

275. Um juiz favorecer um litigante

276. Um juiz ser dissuadido por temor de fazer um justo julgamento

277. Um juiz decidir em favor de um homem pobre por pena

278. Um juiz perverter um julgamento contra uma pessoa de má reputação

279. Um juiz compadecer-se de alguém que assassinou um homem

280. Um juiz perverter a justiça devida a prosélitos ou órfàos

281. Um juiz ouvir um dos litigantes na ausência do outro.

282. Um júri convicto num caso capital por maioria de um.

283. Um juiz confiar na opção do próprio julgamento.

284. Apontar um juiz ignorante.

285. Levar falsas testemunhas .

286. Um juiz recebendo o testemunho de um homem perverso

287.Um juiz recebendo o testemunho de uma única testemunha

288. Convicção pelo testemunho de uma única testemunha

289. Matar um ser humano

290. Pena capital baseada em evidência circunstancial

291. Uma testemunha agindo como advogado

292. Matar um ladrão sem provas

293. Poupar a vida de um perseguido

294. Punir uma pessoa por um pecado cometido na prisão

295. Aceitar resgate de uma pessoa que tenha cometido assalto intencional

296. Aceitar resgate de uma pessoa que tenha cometido crime involuntário

297. Negligenciar salvar um israelita em perigo de vida

298. Permitir obstáculos em seu domínio público ou provado

299. Dar notícia enganosa

300. Inflingir excessiva punição física

301. Levar mentiras

302. Odiar um ao outro

303. Trazer vergonha sobre outro

304. Trazer vingança sobre outro

305. Ter rancor

306. Pegar todo o ninho dos pássaros

307. Cortar a

308. Amputar ou cauterizar sinais de um leproso

309. Arar um vale no qual o ritual de EGLAH ARUFAH tenha sido executado

310. Permitir a um bruxo o amor

311. Tirar um recém-casado de sua casa

312. Diferir de autoridades tradicionais

313. Acrescentar à Lei escrita ou oral

314. Detratar a Lei escrita ou oral

315. Amaldiçoar um juiz

316. Amaldiçoar um governante

317. Amaldiçoar um israelita

318. Amaldiçoar os pais

319. Agredir os pais

320. Trabalhar no Shabat

321. Viajar no Shabat

322. Punir no Shabat

323. Trabalhar no primeiro dia de Pesach

324. Trabalhar no sétimo dia de Pesach

325. Trabalhar em ATZERETH

326. Trabalhar em Rosh Hashanah

327. Trabalhar no primeiro dia de Sukkot

328. Trabalhar em Shemini Atzereth

329. Trabalhar em Yom Kippur

330. Ter relações com a mãe

331. Ter relações com a esposa do pai

332. Ter relações com a irmã

333. Ter relações com a filha da esposa do pai se ela é sua irmã

334. Ter relações com a filha de um filho

335. Ter relações com a filha de sua filha

336. Ter relações com a filha

337. Ter relações com uma mulher e sua filha

338. Ter relações com uma mulher e a filha de seu filho

339. Ter relações com uma mulher e a filha de sua filha

340. Ter relações com a irmã de seu pai

341. Ter relações com a irmã de sua mãe

342. Ter relações com a esposa de um tio

343. Ter relações com a esposa de um filho

344. Ter relações com a esposa de um irmão

345. Ter relações com a irmã de sua esposa durante os últimos dias de vida

346. Ter relações com uma mulher menstruada

347. Ter relações com a mulher de outro homem

348. Homem Ter relações com um animal

349. Mulher Ter relações com um animal

350. Um homem relacionar-se carnalmente com outro macho

351. Um homem relacionar-se carnalmente com seu pai

352. Um homem relacionar-se carnalmente com o irmão de seu pai

353. Intimidade com uma parenta

354. Um MANZER Ter uma relação com um judeu

355. Ter relações sem casar-se

356. Casar-se novamente com uma mulher divorciada depois de ela Ter se casado de novo

357. Ter relações com uma mulher sujeita ao casamento levirato

358. Divorciar-se de uma mulher que tenha estuprado e tenha sido compelido a casar-se

359. Divorciar-se de uma mulher após tê-la acusado falsamente a infamado

360. Um homem incapaz de procriar casar-se com um judia

361. Castração

362. Eleger um rei não israelita

363. Um rei possuir muitos cavalos

364. Um rei possuir muitas mulheres

365. Um rei Ter grande escolta pessoal